Sexta-feira, 29.06.07

Bagão, homem de esquerda

Bagão entoando a Internacional

Era inevitável. Mais tarde ou mais cedo haviam de descobrir. Bagão Félix, o pai do monstruoso Código de Trabalho, lembram-se?, é, afinal, um esquerdista encapotado. É claro que uma descoberta destas não está ao alcance de qualquer um. Só os espíritos mais penetrantes são capazes da proeza.

A prova material da coisa, por assim dizer, é esta entrevista de Bagão ao Correio da Manhã. Na entrevista, o ex-ministro comenta as propostas para a revisão do Código de Trabalho avançadas no Relatório do Livro Branco das Relações Laborais. Para as classificar, usa expressões dignas de um Carvalho da Silva, como ‘dádiva ao patronato’, por exemplo. É de facto chocante.

Noutro passo (sobre os tempos de trabalho), chega mesmo a dizer barbaridades mais próprias de um enodoado sindicalista metalúrgico: ‘Tem de ser com o mínimo de respeito pelo tempo de lazer, de família e de descanso das pessoas. Reduzir a pausa para meia hora, como se consegue almoçar?’ Esta descarada referência ao tempo de almoço mostra bem, para quem ainda não tivesse percebido, todo o atavismo marxista de Bagão. Para não falar da alusão à família, por si só sintoma de um pensamento retrógrado típico da Esquerda. Mais um pouco e o homem ainda se punha a falar da protecção às trabalhadoras grávidas ou mães!

É natural que o social-democratizado Daniel Oliveira tenha citado Bagão, o compagnon Bagão, no seu blog. A citação traíu a verdadeira natureza ideológica da personagem.


Mas talvez as dúvidas de Bagão tenham origem noutras filiações. Filiações incompreensíveis para certas pessoas... Bagão é católico, coitado. E com essa gente nunca se sabe. Têm umas exigências incompreensíveis.
publicado por Carlos Botelho às 22:16 | comentar | ver comentários (16) | partilhar

Também nós

(Via Arrastão.)
publicado por Pedro Picoito às 19:43 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Da série "A concorrência faz melhor"

" O quintal da festa".
publicado por Pedro Picoito às 19:18 | comentar | partilhar

Não sou Conservador (2-primeira ilustração)

Não disse que o conservador era avesso à mudança no domínio humano. Afirmo, sim, que a concebe de um modo peculiar. Como tal, ele até pode brindar a emergência de alterações, câmbios e novidades. O que permanece sempre imóvel é a sua forma de pensar, o seu quadro mental. O mundo e a realidade pulam e avançam, mas a sua perspectiva permanece sempre inalterada. Agarra-se a “verdades auto-evidentes” e acredita que estas possuem suficiente elasticidade para o manter em sintonia com a realidade. Engana-se. Pior ainda. Erra sem poder inverter as condições que propiciam a emergência do erro.

Não encontro melhor expressão irónica para ilustração do meu conservador do que as palavras iniciais que abrem Orgulho e Preconceito de Jane Austen (assumo que as vossas esposas ou noivas já vos tenham obrigado a ver a série ou o filme):
“It is a truth universally acknowledged, that a single man in possession of a good fortune, must be in want of a wife.
However little known the feelings or views of such a man may be on his first entering a neighbourhood, this truth is so well fixed in the minds of the surrounding families, that he is considered as the rightful property of some one or other of their daughters.”

Repare-se. Neste romance, existe um número apreciável de personagens que se encontram estabilizadas em rotinas de família e sociabilidade. Lady Catherine de Bourgh (imobilismo aristocrático), Charllote Lucas (pragmatismo e falta de ambição) Mr. Collins (vacuidade das convenções sociais). Mas a frase de abertura aplica-se genialmente a Mrs Bennet. E esta personagem interessa-me por um motivo especial: ela incorpora em si um suposto conhecimento gerado num modo de vida que não foi imposto por nenhum intelectual moderno ou político iluminado. Trata-se de uma sabedoria comum de uma sociedade que espontaneamente se desenvolve a partir das suas estruturas nucleares. Não são necessários os “perigosos” racionalistas, os “abjectos” filósofos franceses ou os “maçudos” alemães, para nos depararmos com a fixação de uma verdade universal e imutável sobre o domínio das relações humanas e com a obtenção de conclusões práticas derivadas de forma dedutiva. O que falta dizer sobre a mentalidade de Mrs Bennet e da sua sociedade? «O bem da mulher, obtém-se através de um casamento apropriado à sua condição»

E aí temos Mrs. Bennet completamente obcecada com o casamento das suas filhas, brindando a novidade da chegada de dois cavalheiros. Mas o ponto é este: haverá alguma personagem tão firme, ardente e nervosamente constante no seu propósito ao longo de todo o romance? Mrs. Bennet não muda. Os seus juízos revelam-se despropositados, avalia mal os outros, é ultrapassada pelos acontecimentos (Lydia foge com Wickham, desonrando a família e pondo em perigo o casamento das outras filhas de Mrs Bennet), e a sua perspectiva permanece inalterada. Ela é a ilustração de um sedentarismo conservador a nível da leitura da realidade, com consequências ao nível prático. Fixação da consciência numa “verdade universalmente reconhecida”, num primeiro princípio auto-evidente que serve de regra e medida para todos os actos e relações humanas.

Tal perspectiva pode ser gerada e cultivada por alguns intelectuais. Mas o homem comum, a comunidade familiar, a sociedade, as tradições podem alimentá-la espontaneamente e com consequências desastrosas.
publicado por Joana Alarcão às 17:52 | comentar | ver comentários (8) | partilhar

Atlântico nas Bancas

Mais um número da Atlântico, que está cada vez melhor (bela capa). Saiu ontem, mas só hoje o folheei. Excelentes o artigo do Rui Ramos sobre o Tintin como modelo do conservador liberal e a crónica do Paulo Tunhas, a que certamente voltarei.
Para já.
publicado por Pedro Picoito às 17:16 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Gulbenkian revisited

A sempre benemérita Fundação Gulbenkian repôs no bar do Museu os sete quadros encomendados para esse espaço entre 1967 e 1970, em restauro desde os anos 90. Trata-se, no fundo, de uma exposição, já que os quadros voltarão para o limbo do estaleiro no próximo 9 de Setembro.
Os autores, então na casa dos 30-40 anos, representavam "a renovação da arte portuguesa nos anos 50": Joaquim Rodrigo, Menez, Sá Nogueira, João Hogan (os quatro já falecidos), Fernando Lanhas, Júlio Pomar e Júlio Resende. A ideia explícita de Daciano Costa, o responsável pela decoração do bar, era recriar na Avenida de Berna o ambiente artístico que rodeara as tertúlias da Brasileira, no Chiado, no princípio do século. Uma ideia que nunca chegou a concretizar-se inteiramente, talvez devido à concorrência do Vavá, do Galeto ou da Mexicana, talvez porque o lugar se tenha revelado menos central do que parecia na altura.
Seja como for, ficaram-nos os quadros - e não é pouca coisa.
De todos, gosto em particular de dois: "Lisboa-Algeciras", de Joaquim Rodrigo, uma velha paixão pelo modo como sugere uma narrativa apenas com cores fortes e figuras quase abstractas, e o de João Hogan, "Sem título", um dos melhores e mais subavaliados paisagistas do burgo na segunda metade do século passado.
Infelizmente, não consegui arrancar ao google nenhuma das sete obras. Custos da clandestinidade. O que aí está em cima é outra paisagem do Hogan, mas de 1958 (também "Sem título").
Não se distraiam com as férias, meus amigos, e aproveitem a oportunidade, que vale bem a pena.
publicado por Pedro Picoito às 17:13 | comentar | partilhar

Imagens que toda a gente percebe

Pirâmide demográfica portuguesa, em 2050, de acordo com as previsões referentes à população residente no território nacional no ano 2050. Fonte: Caderno 16 - "Demografia: Passado e Presente. Que futuro?" da APFN.
publicado por Paulo Marcelo às 16:14 | comentar | ver comentários (7) | partilhar

Referências eruditas que já ninguém percebe

"A especulação imobiliária é o nó górdio de Lisboa. O nó górdio corta-se. E corta-se com a espada."
ANTÓNIO GARCIA PEREIRA, candidato do PCTP/MRPP à Câmara de Lisboa, em entrevista à RTP.
publicado por Carlos Botelho às 13:48 | comentar | partilhar

Pergunta

De que está o Ministro da Saúde à espera para exonerar aquele Correia de Campos que, com os seus comentários jocosos(*), indícios de falta de lealdade, prejudica gravemente a imagem do Ministro?

(*) Dizer a um jornal que nunca poria os pés num SAP, propor a distribuição "pelos pobres" de medicamentos fora de prazo, gabar-se, há minutos, na RTP, de ter "imeeensa tolerância" [sic] para com Manuel Alegre (coitado, muito necessitado de tolerância), etc...
publicado por Carlos Botelho às 13:36 | comentar | partilhar

Uma questão de perspectiva ou uma questão de tempo

Igreja Católica perde exclusivo de casamentos religiosos com efeitos civis ou casamentos religiosos com efeitos civis perdem exclusivo da Igreja Católica?
publicado por Filipe Anacoreta Correia às 10:40 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

O Populismo mora ao lado

Passei pelo Marquês de Pombal e vi o outdoor de um candidato à Câmara Municipal de Lisboa. Dizia assim: "Houvesse mais Zés - havia menos negociatas". Ocorreu-me de imediato: "Populismo rasca..." Mas depois lembrei-me que o populismo mora ao lado, nos outdoors dos outros. Recordei-me que tal como no mundo não há terrorismo de esquerda, em Portugal só pode haver populismo de direita. Erro meu pelo qual me penitencio.
publicado por Miguel Morgado às 01:28 | comentar | ver comentários (7) | partilhar
Quinta-feira, 28.06.07

Another one bites the dust

O ambiente que se vai instalando na Administração Pública. Irrespirável.

Talvez não fosse má ideia criarem-se, nas dependências do Estado, espaços para não-delatores. Estes, assim, não teriam de respirar os miasmas dos delatores.
publicado por Carlos Botelho às 22:42 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Os pobres

Ainda a respeito disto.
Estes "socialistas" só me lembram aqueles tipos que, de convicção empinada, se dizem não-racistas e afirmam, batem o pé, protestam a sua militância, mas que, quando se entusiasmam, desatam, arreganhados, a desfiar piadas sobre "os pretos" ou "os monhés".

Note-se bem aquela referência a 'os pobres'...
É muito engraçado quando aquela gente se descuida e lhes estala o verniz do linguajar do "politicamente correcto"... Descobre-se logo a "consciência social" que sopra por aquelas cabeças.
O "humor" boçal que vem de cima.
Pode-se sempre, desinfectadamente, fazer rir os "amigos" usando-se para isso 'os pobres' que se arrastam lá em baixo. Sem medicamentos.

Mas ele não disse 'pobrezinhos'. Isso sim, seria verdadeiramente insuportável. Claro.
publicado por Carlos Botelho às 13:47 | comentar | ver comentários (23) | partilhar

Anúncios de Verão

Na Açociação Recriativa 'Os Amigos da Caraculeta' venha rir esta noite com o Lino.
Não se arrependerá. Venha rir a bom rir.
É só deixálo falar 5 minutos!
Emtrada livre.
(Sócios têm direito a imprial)

Ou então:

Na noite do próximo Sábado, não fique em casa! Prometêmos-lhe um espectáculo inesquesível! Uma noite especial!
Stand-up comedi! Venha ouvir C. de Campos!
Saiba o que é o humôr negro!
publicado por Carlos Botelho às 02:16 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Será do ar?...

Parece que sempre que um ministro deste Governo vai a um encontro da Ordem dos Economistas, acaba a dizer disparates. Há semanas foi Mário Lino, com o "deserto da margem Sul" e aquela inacreditável comparação jocosa (!) com um doente canceroso. Hoje (na verdade, ontem, que já é Quinta) foi lá Correia de Campos.
O que terá sido desta vez, meu Deus?... Ouvi há pouco na tsf... Gracejando, o ministro da Saúde propôs, gracejando, repito, que os medicamentos já fora de prazo fossem distribuídos pelos pobres [sic!].
Um brincalhão.
Mas o que lhes farão naqueles encontros? Porque será que saem sempre barbaridades ali? Será da comida? Dos vapores do álcool? Fumos ilícitos? Será do ar?...
publicado por Carlos Botelho às 01:34 | comentar | ver comentários (5) | partilhar

Lá vamos nós outra vez

Depois do seu soldado... desculpem, do seu camarada de partido Sérgio Sousa Pinto dar-nos umas lições sobre democracia representativa, foi a vez do Primeiro-Ministro de Portugal, no debate de ontem na Assembleia da República, tocar o trompete para a união dos defensores da democracia parlamentar.
.
Quando escrevi isto, devia ter tornado explícito que nos aguarda um longo desfile de brados indignados contra os que atacam a bela da democracia representativa. Volto a insistir no mesmo ponto. Publicidade e discussão acerca de uma reforma constitucional fundamental é o que está verdadeiramente em causa. E eu até aturo a retórica do Primeiro-Ministro quando tem de justificar por que é que não está a violar promessas eleitorais (ex: a reforma do código de trabalho que aí vem) ou quando nos tenta convencer que não está em curso uma perigosa concentração de poderes na sua pessoa. Mas a conversa tonta sobre a democracia representativa e os seus inimigos excede o limite da minha boa-vontade.
.
Vale a pena repetir? Entre esta retórica mal amanhada do PS e a "demagogia" dos referendos, escolho a "demagogia". Por vezes, é preciso salvar a democracia representativa dos seus guardiões. Com muita "demagogia", claro.
publicado por Miguel Morgado às 01:18 | comentar | ver comentários (1) | partilhar
Quarta-feira, 27.06.07

M'engana que eu gosto

Uma das marcas mais decadentes da nossa democracia portuguesa é a instrumentalização do mandato popular ao serviço da ambição carreirista dos políticos.
Dos últimos 4 Presidentes de Câmara de Lisboa, todos escondiam ambições por qualquer coisa "mais". Apenas um – João Soares - não interrompeu o mandato para ir para outro lado "melhor".

António Costa suspendeu o seu mandato de deputado na Assembleia da República para ir para o Parlamento Europeu, mandato que interrompeu para ser ministro, cargo que abandona para assumir ser candidato à Câmara de Lisboa. E, no entanto, todos sabemos que não se fica por aqui: a sua candidatura esconde a ambição de outros voos.

O exercício de cargos públicos tornou-se um modo democrático e legal de usar e abusar dos portugueses para a sua afirmação pessoal.
Bom candidato?
Bem, se os lisboetas gostam...
publicado por Filipe Anacoreta Correia às 19:50 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Da série "Posta Restante"

"Nunca se falou tanto, nomeadamente nos meios de comunicação social, sobre o fenómeno religioso, mas nunca como hoje ele foi tão ignorado, tão pervertido e instrumentalizado. Ouvimos obsessivamente as palavras fundamentalismo, extremismo reliogioso, guerra santa, fanatismo, conflito religioso. O discurso público está saturado de informação dita religiosa, mas sabemos cada vez menos, não apenas o significado dessas palavras, mas também, de uma forma geral, de que se fala quando se fala de religião."
Esther Mucznick, "A religião nos manuais escolares: uma visão laicista", in Atlântico, Junho de 2007
publicado por Pedro Picoito às 18:13 | comentar | ver comentários (12) | partilhar

Pois


Hoje, no Público, Eduardo Prado Coelho diz que a expressão "terrorismo de esquerda" não faz sentido.

Eu também acho.

É uma verdadeira contradição nos termos.

É como juntar dois apelidos que provavelmente nem existem, por exemplo Baader e Meinhoff.

Ou três letras sem qualquer coerência, tipo um E, um T e um A.

Ou um substantivo - sei lá, sendero - e um adjectivo - luminoso , vá - ao calhas.

Ou uma sigla totalmente aleatória (FP, imaginem) e um número (ao acaso: 25).

Pois.
publicado por Pedro Picoito às 17:30 | comentar | ver comentários (10) | partilhar

Provincianismo anti-planetário

Estão a ver? O senhor primeiro-ministro (que é o primeiro-ministro de Portugal, não esqueçam) acaba de discursar no parlamento. Esteve o homem ali, coitado, a sublinhar o alcance, "a importância planetária" [Alberto Martins] dos últimos avanços europeus e lá veio o líder do PSD referir aquela coisa "provinciana" [Alberto Martins, once again] do referendo. Aposto que o Jerónimo de Sousa e o Louçã também tocarão, provincianamente, no assunto.

Que chatos! Será que não percebem o ingente esforço planetário do senhor primeiro-ministro? Porque estão naquela "algazarra referendária" [tocante expressão de Manuel Maria Carrilho, por antonomásia, o Filósofo] ? Porque não se portam bem, como o sr. dr. Paulo Portas, que acaba de falar sem dizer nadinha de relevante?

Pois, neste instante, o homem, coitado (o senhor primeiro-ministro) já está a responder. E levemente irritado. Agastado, mesmo. Pudera. Tem que aturar aqueles provincianos. Nem todos são capazes do cosmopolitismo de Portas e Carrilho.

Ah, mas o primeiro-ministro de Portugal quer discutir a questão da ratificação do Tratado. Ele até quer explicar o óbvio a Marques Mendes. Marques Mendes é burro, portanto. Como o serão também Louçã e Jerónimo.

Lá vem ele com "o sentido de Estado"... Em matérias europeias, "apela a um consenso". Claro, senhor primeiro-ministro, trata-se de coisas sérias. Não é para andar aqui provincianamente a discutir e a debater tudo e mais alguma coisa. Vamos ser sérios.
publicado por Carlos Botelho às 16:03 | comentar | ver comentários (8) | partilhar

Cachimbos

O Cachimbo de Magritte é um blogue de comentário político. Ocasionalmente, trata também de coisas sérias. Sabe que a realidade nem sempre é o que parece. Não tem uma ideologia e desconfia de ideologias. Prefere Burke à burqa e Aron aos arianos. Acredita que Portugal é uma teimosia viável e o 11 de Setembro uma vasta conspiração para Mário Soares aparecer na RTP. Não quer o poder, mas já está por tudo. Fuma-se devagar e, ao contrário do que diz o Estado, não provoca impotência.

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