Quarta-feira, 30.04.08

E o prémio "O Meu Herói é José Sócrates" vai para...

...Mira Amaral.

Disse, hoje, o apoiante de Passos Coelho (sublinhados meus):
"Os governos PSD/PP nada mudaram em relação aos governos anteriores de Guterres" e revelaram "total incapacidade de fazer a reforma da Administração Pública, que nem sequer foi enunciada. Estes senhores [governo de Sócrates] pelo menos enunciaram-na."
Acrescentou ainda, modestamente: "Eu explico, nas minhas aulas, a diferença entre contabilidade e estratégia."
E Passos Coelho, ajudando à festa, queixou-se da "obsessão do défice que existe desde 2002".

(Ver aqui.)


Se Manuela Ferreira Leite, essa contabilista incapaz de estratégia, viesse a perder as eleições no Partido, Sócrates poderia ficar descansado.
publicado por Carlos Botelho às 23:46 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

«O Futuro é Agora»

Nos próximos tempos também andarei por aqui.
publicado por Joana Alarcão às 21:35 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

De Regresso

Placa na porta de um pub em Londres. O humor, como sempre.
publicado por Joana Alarcão às 21:10 | comentar | partilhar

Cavaco, os jovens e o 25 de Abril

A esquerda anda enxofrada porque Cavaco disse o óbvio: os "jovens" não sabem o que foi o 25 de Abril.
Não há razão para enxofre. Isto mesmo disseram Soares, Sampaio e até Freitas do Amaral em tempos, e a esquerda não se enxofrou. Mas com Cavaco é outra história. Com Cavaco dói.
Cavaco, lembrem-se, é "salazarento", foi professor de Finanças, tem um perfil autoritário, mandou avançar a polícia contra os estudantes e o povo (por esta ordem), não esteve no Tarrafal, não lê livros de poesia e sabe-se lá que outras vilezas protofascistas só à sua Maria confessa no segredo da intimidade. Pois se ele, na última campanha, até queria cantar o "Grândola Vila Morena" em... como é que se chamava aquela terra?... Grândola, acho eu...
Um homem assim é capaz de tudo. Que ele nos venha dar lições sobre a desbaratada herança revolucionária - não, isso não, isso nunca!
Curiosamente, Cavaco está mais próximo da esquerda que fez o 25 de Abril do que da actual direita pós-Muro de Berlim. Como nota o Adolfo Mesquita Nunes (um bom representante de tal direita), hoje a Revolução não entusiasma os mais novos porque triunfou. A democracia, a descolonização e o desenvolvimento são valores consolidados na sociedade portuguesa e ninguém sonha com o que já tem. A tese, de resto, nem é original. François Furet disse o mesmo no bicentenário de 1789 - "a Revolução Francesa acabou" -, com idêntico escândalo da esquerda gaulesa.
Cavaco, no entanto, surpreende-se porque viveu o antes e o depois. E eu não me surpreendo que outros se surpreendam com Cavaco.
publicado por Pedro Picoito às 18:53 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Rule Britannia

Catenaccio?
Catalunya?
Never mind, Mike...
publicado por Pedro Picoito às 17:56 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sem Medo das Palavras

De direita, liberal e, em Portugal, reformista. É curioso, porque esta seria a forma como responderia à pergunta da jornalista a que Passos Coelho respondeu apenas com um "reformista e liberal", eclipsando a primeira distinção. O Vasco Campilho esforça aqui uma possível defesa, alegando que "ao recusar posicionar-se na dicotomia esquerda/direita, Pedro Passos Coelho reconhece que essa dicotomia diz pouco aos portugueses". Talvez diga, talvez não, há certamente muita coisa que diz pouco aos portugueses, muita dela estudada e documentada no Eurostat ou na OCDE, e olhe que não é para especial contentamento.

Talvez a direita não diga muito aos portugueses, mas a esquerda certamente dirá ao ponto de quase 20% quererem votar hoje na sua extrema. No Partido Socialista não lembra ao diabo alguém dizer que não é de esquerda, e não é por esta proclamação com pulmões cheios que o "centro" político português deixou de dar maiorias a Guterres ou a absoluta a Sócrates, ou eleger e reeleger Mário Soares, apenas para citar exemplos mais recentes. Aliás, Pedro Passos Coelho tente levar e vender o seu projecto ao Partido Socialista, recomendo-lhe que vá abrigado, tal a chuva de críticas que lhe cairia em cima acerca de certos e determinados valores da "esquerda republicana". Talvez saísse de lá com uma visão renovada acerca da utilidade da antiga dicotomia.
publicado por Manuel Pinheiro às 16:40 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Divórcio na Hora?

Ao mesmo tempo que anuncia o combate ao trabalho precário, o PS pretende mudar o Código Civil, tornando o casamento num dos contratos mais precários do nosso sistema jurídico. O contraste é curioso. Por um lado, defende-se o contrato de trabalho para toda a vida, exigindo a lei sempre uma justa causa objectiva para a sua cessação. O mesmo acontece com o arrendamento, onde o regime legal torna o contrato (quase) perpétuo, mesmo contra a vontade do proprietário.
No casamento, pelo contrário, sem razões objectivas, para além das aparências ideológicas, os socialistas pretendem introduzir o divórcio unilateral, ou seja, mesmo contra a vontade do outro cônjuge, e apesar da violação dos deveres conjugais pela parte que pede o divórcio. Com efeito, o novo artigo 1781.º CC prevê como fundamento do divórcio a “separação de facto por um ano consecutivo” (o prazo actual é três anos - alínea a), ou “quaisquer outros factos que mostrem a ruptura definitiva do casamento” (alínea d). Este regime jurídico é imperativo, tornando o casamento um dos mais débeis contratos bilaterais do nosso Direito.
Esta alteração insere-se na tendência dos últimos anos de descaracterização do casamento enquanto contrato civil, enfraquecendo os seus deveres próprios, e aproximando-o do regime jurídico das uniões de facto, onde há direitos mas não deveres. Se o casamento é descartável vale a pena casar? Qual a diferença em relação às uniões de facto?
[continua]
publicado por Paulo Marcelo às 15:12 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Ambições e Qualificações de um Político (2)

Blackadder: Well, we in the Adder Party are going to fight this campaign on issues, not personalities.
Vincent Hanna: Why is that?
Blackadder: Because our candidate doesn't have a personality.
Vincent Hanna: Well can you at least tell me one thing. What does the 'S' in his name stand for?
Blackadder: Sod off.
Vincent Hanna: Well, I guess it's none of my business really.
publicado por Miguel Morgado às 12:43 | comentar | partilhar

Ambições e Qualificações de um Político

publicado por Miguel Morgado às 12:24 | comentar | partilhar
Terça-feira, 29.04.08

Mais um Obama

Passos Coelho fez hoje o elogio da "sua inexperiência" - ela é, afinal, vantajosa. (Percebe-se logo quem ele pretende atingir...) E a salutar "inexperiência" parece facilitar a "mudança". Muito sublinhada por ele, a "mudança". De resto, funciona como uma palavra mágica: basta dizê-la e anuncia-se o reino dos céus. E o passado que fica lá para trás e o encarar o futuro e tal.
Onde é que eu já ouvi tudo isto?
publicado por Carlos Botelho às 21:54 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

As palavras e o medo delas

Esta tarde, Pedro Passos Coelho, na conferência de imprensa, disse: 'Não tenho medo das palavras. Não sou de direita nem sou de esquerda.'
Dizer-se que não se é de esquerda nem de direita é não ter medo das palavras?
Não tem medo das palavras "não sou de... nem de...", mas já tem medo da palavra "esquerda" e da palavra "direita"?...
E o que é que quer dizer não ser nem de esquerda nem de direita?
E uma pessoa (um político) que o afirma é o quê?
Pode dizer-se que há problemas naquela distinção, que nalguns campos não é fácil separar as águas, que se recusa isto, mas já se aceita aquilo, etc.
Mas dizer assim com aquela... inteireza simples que não se é nem uma coisa nem outra, soa demasiado rápido, demasiado fácil. Cómodo - para quem o diz e para quem ouve.
Daquele modo, não parece haver ali um pensamento por detrás, uma honesta perplexidade. Parece mais um mero expediente, um recurso de conveniência.
publicado por Carlos Botelho às 20:32 | comentar | ver comentários (8) | partilhar

De onde é que o conheço?

Conheço aquele tipo de algum lado. Não, não é o do círculo com a máquina fotográfica na mão. É o outro.

(Fotografia do DN, via Atlântico)
publicado por Miguel Morgado às 17:49 | comentar | ver comentários (7) | partilhar

Confesso...

...que não percebo esta obsessão com as minhas concordâncias e (raras) discordaâcias com José Pacheco Pereira (JPP). Nem percebo por que motivo é tão importante para alguns blogonautas que eu discorde de JPP. (Estou a pensar, também, em Pedro Correia.) Se isso faz a felicidade de alguns blogonautas, como parece, a bem da harmonia blogosférica passarei a divergir mais vezes de JPP. Um grande bem haja a todos.
P.S. -- A minha opinião sobre Manuela Ferreira Leite foi expressa várias vezes no Bloguítica ao longo do tempo. Basta ir lá e fazer uma rápida pesquisa.
publicado por Joana Alarcão às 15:24 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Os Loucos Anos 80 (36)

Convenhamos que é obrigatório.

All we ever wanted was everything
All we ever got was cold.

Bauhaus

publicado por Miguel Morgado às 14:12 | comentar | partilhar

Tenham medo, tenham muito medo

Devo dizer que entre Lou Dobbs e Obama, eu prefiro o homem da "esperança".
Para quem não conhece a peça, Lou Dobbs é isto e muito pior.


(Via BM)
publicado por Miguel Morgado às 12:56 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ideias, bué ideias

O editorial do Público e o Luís Rainha, repetindo a blogosfera mais dada à elegia arcádica, queixam-se de que não há ideias no PSD. Que tudo se resume a um confronto entre pessoas ("the horror!") e a uma luta pelo poder ("ó inclemência! ó martírio! estará porventura periclitante a saúde deste menino que eu ajudei a criar?!").
Fica-lhes bem o desvelo. Só esquecem um pormenor: são as pessoas que têm as ideias e não o contrário. E outro: o PSD é um partido de poder. Pelo simples facto de existir, quer necessariamente ganhar eleições. É mau? Não, é a democracia. Se isso incomoda alguém, o problema não está no PSD.
A mim, o que me incomoda (e parece que também incomoda Manuela Ferreira Leite) é o excesso de ideias. Sobretudo as erradas.
Vejam Menezes. Teria ele falta de ideias? Não, pelo contrário. Até tinha muitas. Duas para cada tema, em média, variando com a estação, a hora do dia, a conjugação dos astros e o humor do Dr. Cunha Vaz. Queria acabar com o Estado e não tocar no Estado, descer já os impostos e não descer ainda os impostos, defender a sua vida privada e atacar os relacionamentos do Primeiro-Ministro.
Quando se chega a este nível, que talvez não seja do elíseo agrado dos comentadores, o que o PSD precisa não é de ideias - é de um mínimo de carácter.
publicado por Pedro Picoito às 12:35 | comentar | ver comentários (10) | partilhar

RE: Campanha Nacional contra o Analfabetismo

Comecemos pela esquerda vs. direita. Existe este preconceito estúpido em Portugal de que a direita não tem "ideias", tem "interesses". Sem desprimor, claro. E muita gente à esquerda reencena constantemente este triste e ignorante enredo. Sinceramente, Luís Rainha, o seu post pareceu-me mais uma destas reencenações. À esquerda moram as "ideias": no fundo foi esse o mote de Jorge Sampaio contra Cavaco Silva em 1995/6, e de Mário Soares contra o mesmo Cavaco em 2005/6.
E a esquerda em Portugal, principalmente a esquerda "moderada", deveria ter alguma memória. O que resta da esquerda em Portugal, a esquerda no PS, deve-se à sua ausência de "ideias". As suas "ideias" foram todas para o "caixote do lixo da história" - uma expressão da esquerda - assim que perceberam que com elas não havia poder. O poder, pois é. Então, só restava uma alternativa: a apropriação das ideias da direita ou do centro-direita. Aconteceu aqui e no resto da Europa. É verdade que o PS sempre foi partidário da adesão à CEE ou UE, a grande transformação da sociedade portuguesa dos anos 80. Mas na campanha de Guterres de 95 - sim, 95 - ainda ouvi vários altos dirigentes do PS contestarem a privatização das rádios (!), a multiplicação da propriedade do automóvel na classe média portuguesa, e por aí fora.
Guterres, Ferro Rodrigues, Sócrates: "ideias" não sei se lhes ouvi alguma. De Guterres ouvi muita patranha e delírios sentimentais que o País ainda hoje está a pagar. Diz-se que Manuela Ferreira Leite não passa de um Sócrates de saias, pois nada tem a oferecer de diferente. Não sei se isso é verdade. Mas sei que a ordem aqui está invertida. Quanto muito, Sócrates copiou Manuela Ferreira Leite e não o contrário. Ou já se esqueceram que quando Manuela Ferreira Leite era Ministra das Finanças, o PS de Ferro (e de Sócrates) acusava-a de estar obcecada com a disciplina fiscal em subserviência ao mando europeu? O PS tudo fez para ignorar ou para esconder de todos que Guterres não deixou ao País um défice apenas, mas dois: o do orçamento do Estado e o da Balança de Transacções Correntes. A MFL de 2003/2004 é sobretudo a encarnação da resposta necessária ao facto Portugal estar a correr vertiginosamente para um endividamento externo catastrófico. Mas não quero desviar-me do assunto em mãos.
O PS e o PSD movem-se ambos primordialmente pelo poder. De vez em quando lá aparece uma liderança que pressente correctamente que há uma escolha estratégica a fazer e acumula o poder com as "ideias". Aconteceu com Mário Soares e a ameaça comunista e a escolha europeia; aconteceu com Sá Carneiro e a Constituição; aconteceu com Cavaco Silva e a modernização económica do País. Mas, neste País, é raro acontecer. Esta realidade não se disfarça com citações ignorantes de Voltaire ou com discursos ridículos sobre a "paixão" pela educação.
O problema hoje é que este vazio "programático" ou "intelectual" das gentes que nos governam revela a sua nocividade. Daí que se exija ao maior partido da oposição que não repita a dose. Mas não é possível separar as "pessoas" das "ideias". Isso seria a maior das abstracções. E que as "ideias" têm de ser pensadas, articuladas e traduzidas em opções políticas por pessoas com determinadas qualidades ou virtudes. Neste momento, presumo que para o PSD as qualidades ou as virtudes sejam, no estado actual da sua crise, tão importantes como as ideias, ou até prioritárias sobre as ideias. E no meu post que citou no seu blogue, ao contrário do que sugeriu - "atirou ao lado" -, é a este ponto que me refiro, não ao poder.
Quer isto dizer que considero que MFL não tem de trazer consigo outras opções políticas além das que foi forçada a adoptar em 2003 devido à irresponsabilidade do PS? Não, não quer dizer nada disso. Mas cada coisa a seu tempo. Para mim, o que é genuinamente estranho é que Portugal tem tido desde 1995 Primeiros-Ministros e líderes da oposição de gargalhada, e é MFL que é criticada por não estar à altura da missão. Pode ser por falta de "ideias", mas não consigo sacudir esta estranheza. Mas não é por me "armar em vítima", meu caro. Nem por gostar de "cuspidelas".
publicado por Miguel Morgado às 11:55 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Campanha Nacional Contra o Analfabetismo

Eles gostam tanto das "ideias" que chega a ser comovente. Nós aqui, nem sei, não sabemos pensar, só pensamos no poder pelo poder, não gostamos das "ideias", não lemos livros, mal sabemos ler... Como não somos de esquerda, não temos "ideais", só "interesses", como diz o inefável Osório. O nosso interesse é explorar o povo, os pobres, os oprimidos, os sem-abrigo, as mães solteiras, os imigrantes e os bloggers corajosos e cheios de ideias e ideais. Mas estes permanecem de pé, quais faróis do bem popular, parindo ideias de manhã e à noite. Ai, como custa ser desmascarado...
publicado por Miguel Morgado às 10:16 | comentar | ver comentários (5) | partilhar

Um major-general português no seu labirinto

Um português, o major-general Raul Cunha, em declarações reproduzidas pela TSF, critica fria e veemente o comportamento da União Europeia nos Balcãs, particularmente na Sérvia e no Kosovo. Esse comportamento resume-se, afinal, e segundo o major-general (destacado nos Balcãs à frente de uma força de manutenção de paz da ONU), à defesa dos interesses das grandes potências da União Europeia na região e ao facto da ajuda financeira àqueles territórios não passar de um logro para os destinatários, uma vez que cerca de 80% dos muitos milhões de euros ali gastos revertem directamente para empresas das principais economias da União.
Estamos portanto edificados quanto à natureza política da “Europa” e quanto à natural bondade dos comportamentos da “Europa” por esse mundo. Não é novidade, mas é bom que fique registado.
publicado por Fernando Martins às 09:22 | comentar | ver comentários (4) | partilhar
Segunda-feira, 28.04.08

Hope, change, etc.

Imaginem que Hillary Clinton, cansada dos ataques da imprensa, desisitia da corrida à Casa Branca.
Imaginem que declarava a sua simpatia por Obama.
Imaginem que Bill Clinton passava a apoiar Obama.
Imaginem que Chelsea Clinton era mandatária da juventude de Obama.
Impossível?
Também acho.
No PSD, Pedro Passos Coelho diz ser o candidato da esperança, da mudança e dos jovens - com o apoio de Menezes, a distrital de Menezes e o filho de Menezes.
Hope?
Change?
Obama?
publicado por Pedro Picoito às 23:48 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Cachimbos

O Cachimbo de Magritte é um blogue de comentário político. Ocasionalmente, trata também de coisas sérias. Sabe que a realidade nem sempre é o que parece. Não tem uma ideologia e desconfia de ideologias. Prefere Burke à burqa e Aron aos arianos. Acredita que Portugal é uma teimosia viável e o 11 de Setembro uma vasta conspiração para Mário Soares aparecer na RTP. Não quer o poder, mas já está por tudo. Fuma-se devagar e, ao contrário do que diz o Estado, não provoca impotência.

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