Sábado, 31.05.08

Programa político para hoje

publicado por Pedro Picoito às 22:24 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Programa político para o próximo ano

publicado por Pedro Picoito às 22:20 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Lobos e ovelhas

Parece que o deputado Francisco Louçã chamou "uivos" a alguns protestos da bancada do PS no último debate parlamentar. E foi um escândalo pela aldeia.
Não vejo porquê. A extrema-esquerda sempre usou uma retórica insultuosa. Não é de agora nem é da personagem Louçã. Todos os seus adversários correm o risco de receber, mais tarde ou mais cedo, o mimo universal de "fascistas". A extrema-esquerda nunca foi siceramente democrática. O seu mundo é maniqueísta: só tem amigos e inimigos. A política é um combate de extermínio entre o bem e o mal. O resto, leia-se a democracia, é mera táctica.No fundo, Louçã não passa de uma versão albanesa de Jardim, mas sem piada. Como se viu quando negou a Paulo Portas o direito de falar do aborto por não ter filhos.
Que alguns, como o Pedro Marques Lopes, tenham descoberto isto ontem, soa a idignação fora de prazo. No referendo do aborto, em que ele fez campanha pelo "sim", o Bloco acusou a campanha do "não" de ligações à extrema-direita (com a preciosa ajuda de uma caixa de ressonância no DN, diga-se de passagem). Não me lembro de grandes indignações na altura. Mas isto sou eu a uivar, claro.
publicado por Pedro Picoito às 12:24 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Descubra as diferenças



Não o postei aqui a tempo, mas ontem fui debater as directas do PSD, a Feira do Livro e outros temas com Manuel Falcão no Descubras as Diferenças, a convite do Paulo Pinto Mascarenhas e da Antonieta Lopes da Costa. O programa volta a passar amanhã, Domingo, às 11 e às 19.
publicado por Pedro Picoito às 01:24 | comentar | partilhar

Silêncio, que se vai cantar o fado

O autoproclamado "silêncio" de Menezes nas directas do PSD foi das coisas mais caricatas da campanha. Um "silêncio" que nunca conseguiu (e nunca tentou) esconder por quem estava. Ou, sobretudo, por quem não estava. Da entrevista à TVI ao artigo no DN de hoje, Menezes mostrou o que realmente é: um pequeno coração movido a ódio.
No pior dos casos, estas eleições servirão ao menos para nos livrarmos dele.
No melhor, para que os saturados do menezismo dêem a vitória a Manuela Ferreira Leite.
publicado por Pedro Picoito às 00:24 | comentar | ver comentários (1) | partilhar
Sexta-feira, 30.05.08

Correio Expresso: Eduardo Lourenço



O Expresso traz amanhã uma reportagem sobre Eduardo Lourenço, périplo pelos locais da sua infância e revisão do seu percurso intelectual, sublinhando o paradoxo - raro entre nós - de estarmos diante de um pensador de esquerda reverenciado pela direita.
O paradoxo, no entanto, tem uma explicação simples.
Antes de mais, grande parte da obra do ensaísta (a parte mais mediática, diga-se) é dedicada ao que ele próprio chamou "psicanálise mítica do destino português", subtítulo do clássico O Labirinto da Saudade. Lourenço analisa a identidade portuguesa como uma essência a-histórica, teleológica, imutável, una apesar da passagem do tempo e das diferenças internas, que se manifestaria na cultura, sobretudo literatura e arte, e nas relações com o exterior, sobretudo Espanha e Europa - também vistas como essências unas, imutáveis e teleológicas. As metáforas, tão frequentes na sua escrita poética ("psicanalise mitica" é apenas a mais óvia), personalizam o objecto a que chamamos Portugal.
É uma visão ensaística muito diferente da que as ciências sociais, em particular a geografia e a história, nos deram na segunda metade do século XX, produzindo obras paradigmáticas como Portugal, o Mediterrâneo e o Atlântico, de Orlando Ribeiro, ou Identificação de um País, de José Mattoso. O que o geógrafo e o historiador problematizam, interrogam, decompõem, a saber a realidade de uma nação, Lourenço aceita como um dado de facto, um "destino". Condensando vários tópicos obsessivos, outro dos seus livros chama-se mesmo Portugal Como Destino Seguido de Mitologia da Saudade. Esta visão essencialista agrada à direita, que terçou armas pelo providencialismo da fundação de Portugal contra Herculano ou pelo mito dos brandos costumes da nossa colonização com Gilberto Freyre. E que não mudou assim tanto em matéria mitológica.
Por outro lado, Eduardo Lourenço é hoje o maior divulgador de uma versão canónica da cultura nacional, concedendo lugar de destaque aos grandes autores (Pessoa, Eça, Camões) e aos temas obrigatórios do imaginário português (a saudade, claro, mas também a lusofonia). O que, recorde-se, não é exclusivo da direita. Basta lembrar a linha que vai de Teófilo Braga e do nacionalismo republicano a Miguel Torga e à oposição democrática, passando por António Sérgio - todos eles, não por acaso, alvo da curiosidade de Lourenço. Nos tempos que correm, porém, com a esquerda a abominar tudo o que soe a cânone e pátria, o ensaísta parece arrancado a essa árvore genealógica.
Paradoxo? Talvez não. Como todos os intelectuais lusitanos desde Verney, profundamente cientes da distância que nos separa lá de fora, o fio condutor da reflexão não é tanto o lugar de Portugal no mundo, mas antes a relação de cada um de nós com Portugal e, assim, o lugar de cada um de nós no mundo. "Questão que tenho comigo mesmo", dizia o O`Neill. Eduardo Lourenço pode dizer o mesmo.
publicado por Pedro Picoito às 21:55 | comentar | ver comentários (7) | partilhar

O Palhaço e o Circo

Quando vi este video lembrei-me que na minha terra é costume dizer: "Palhaços é no circo". Mas, ao que parece, nalguns lugares na América ao palhaço chama-se "pastor" e ao circo chama-se "igreja".
publicado por Miguel Morgado às 15:08 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Lusosofia

A expressão lusosofia apontaria para uma sabedoria lusa, uma filosofia “produzida” em Portugal. A verdade é que os nossos “filósofos” escrevem pouco, publicam pouco (e nunca escrevem ou publicam uma obra original de fôlego). Mas faz-se o que se pode. Na Beira Interior, um grupo de professores de filosofia fundou uma Biblioteca On-Line de Filosofia: um “repositório de textos selectos em língua portuguesa (...) vertidos (sempre que possível) a partir das línguas originais”. Vale a pena consultar e seleccionar aqueles textos que nos interessam mais. Mas também há um ou outro texto português original. Chamou-me à atenção um de Alexandre Franco de Sá, “Heidegger e a Essência da Universidade”, com cerca de 40 páginas. Vou imprimir e ler (se tiver oportunidade, voltarei aqui para o discutir).
publicado por Nuno Lobo às 14:17 | comentar | partilhar
Quinta-feira, 29.05.08

Très pantsuit chic

Ainda em relação a isto, destaco esta bela passagem:

I am in this race for all the women in their nineties who’ve told me they were born before women could vote, and they want to live to see a woman in the White House. For all the women who are energized for the first time, and voting for the first time. For the little girls – and little boys – whose parents lift them onto their shoulders at our rallies, and whisper in their ears, “See, you can be anything you want to be.” As the first woman ever to be in this position, I believe I have a responsibility to them.

Estou quase a verter uma lágrima... só não percebo uma coisa: porquê acrescentar "and little boys"? Uma mãe a suspirar ao ouvido do filho, "Estás a ver, Pedrito, quando cresceres podes ser como ela!" "O quê!? mãe, como ela!? antes ser do Benfica!"

publicado por Nuno Lobo às 18:06 | comentar | ver comentários (10) | partilhar

Os Loucos Anos 80 (48)

Um pequeno teste: quem conhecer este tema passa a integrar automaticamente a Liga dos Loucos Anos 80 (ainda por formar). Os poucos eleitos ganham um novo laço de cumplicidade. Os excluídos ainda perplexos perguntam: Why, Why, Why? Os Woodentops respondem.


(Dedicada ao Pata Roxa)

publicado por Miguel Morgado às 17:15 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Politiquês

Pedro Passos Coelho, na página 6 do seu documento de Opções Estratégicas para o PSD afirma: «Quero cruzar a liberdade e a responsabilidade na justiça, na segurança, no emprego e na acção social, na economia, no conhecimento, na inovação, na sustentabilidade, mas também nos diferentes âmbitos de vida, e contribuir, com isso, para a mudança.»
Já sei que retirei a frase do contexto, mas mesmo naquele contexto, alguém me pode explicar o que isto quer dizer?
publicado por Paulo Marcelo às 16:23 | comentar | ver comentários (6) | partilhar

It ain't over till it's over




Hillary explica numa carta dirigida aos superdelegados democratas porque continua na corrida:

Recent polls and election results show a clear trend: I am ahead in states that have been critical to victory in the past two elections. From Ohio, to Pennsylvania, to West Virginia and beyond, the results of recent primaries in battleground states show that I have strong support from the regions and demographics Democrats need to take back the White House. I am also currently ahead of Senator McCain in Gallup national tracking polls, while Senator Obama is behind him. And nearly all independent analyses show that I am in a stronger position to win the Electoral College, primarily because I lead Senator McCain in Florida and Ohio.

publicado por Nuno Lobo às 13:45 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

É a vida!

Se é verdade que o país sofre o efeito de uma crise internacional, não deixa de ser verdade também que o Governo foi o último a compreender a sua verdadeira importância e os seus inevitáveis efeitos na economia nacional. (...) E é duvidoso que os socialistas sejam imunes a uma eventual vitória da drª. Ferreira Leite no PSD. Com tanta gente a pedir "ideias" aos candidatos sociais-democratas, é natural que ninguém repare no debate que vai ter que haver, mais tarde ou mais cedo, no interior do PS, entre a esquerda do partido e os "falsos" socialistas que se encontram no Governo. Em qualquer caso, em dois meses, a situação do eng. Sócrates mudou. É a vida!

Constança Cunha e Sá, PÚBLICO 29 Maio 2008
publicado por Nuno Lobo às 10:17 | comentar | ver comentários (1) | partilhar
Quarta-feira, 28.05.08

Os Melhores Amigos do Peixe

A União Europeia e, portanto, a totalidade dos seus Estados membros, que gastaram nas últimas décadas milhões a perder de vista para reduzirem ou, às vezes, extinguirem frotas pesqueiras antiquadas, modernas ou “assim-assim”, recusam-se hoje, e não sei se por enquanto, a ajudar financeiramente, e com pouco mais do que uns trocados, armadores e pescadores naquele que é um momento difícil provocado – também – pela alta dos preços dos combustíveis. Com greves ou ameaças de greve por parte de pescadores franceses, espanhóis, italianos e portugueses, salva-se, uma vez mais, o peixe. O de alto-mar, está bom de ver. Porque a coisa nunca esteve tão boa para a piscicultura e para os piscicultores e tão má para o “pescado” de aviário.
publicado por Fernando Martins às 23:09 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

A pessoa humana e tal

Debate na SIC: Ferreira Leite assinala que a recente emergência do discurso das "preocupações sociais" pode muito bem ser já resultado da focagem temática que ela vem fazendo na campanha. Só não vê isto quem não quer ver.
Mas, em fundo, fazendo por interrompê-la, ouve-se a vozinha ressentida de Patinha Antão: 'valha-nos Deus... valha-nos Deus, valha-nos Deus... valha-nos Deus...' Isto deve ser o tal personalismo cristão do PSD.
publicado por Carlos Botelho às 21:34 | comentar | ver comentários (8) | partilhar

Sob a calçada, o deserto (III)



"RAYMOND ARON - [O Maio de 68] nunca foi uma situação verdadeiramente revolucionária, salvo na última semana em que, depois dos acordos de Grenelle, houve uma recusa das bases em aceitar aquilo que era oferecido aos grevistas. Então, durante essa semana, observaram-se fenómenos muito comparáveis aos de 1848: já não havia gente nos ministérios, os funcionários desapareciam. (...) Como se viesse uma vaga revolucionária, como se o regime francês estivesse tão instável, tão precário tão frágil como no passado. Foi o que mais me impressionou.
JEAN-LOUIS MISSIKA - Foi isso o que o levou a passar à acção?
R.A. - Não, não. Era a continuidade do Carnaval que me enervava um pouco.
DOMINIQUE WOLTON - Então há a crise das instituições ou há o Carnaval? Não é o mesmo.
R.A. - Há as duas coisas. Em França, as relações entre os professsores e os estudantes não eram muito íntimas nem muito boas em geral. Os professores tinham estudantes a mais, teses a mais. E, de repente, estudantes e professores confraternizaram e trataram-se por tu, trataram-se pelo primeiro nome. Era inteiramente ridículo porque não eram relações reais." (cont.)
Raymond Aron, O Espectador Comprometido, 1983 (1981)
publicado por Pedro Picoito às 18:40 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Aos sportinguistas


Mais logo terá lugar a Assembleia Geral do Sporting para a apreciação e votação do Projecto de Reestruturação Financeira do clube com vista à redução do passivo e das sociedades por si participadas. A não perder às 20h00 na Sala Tejo do Pavilhão Atlântico.
publicado por Nuno Lobo às 17:25 | comentar | partilhar

O Especulador

"The successful speculator makes his profit by anticipating, not by modifying, existing economic tendences... Superstitions about speculation can only exist in an atmosphere of ignorance concerning the veritable influences that fix the level of the exchange"

John M. Keynes

publicado por Manuel Pinheiro às 15:22 | comentar | partilhar

Só a Atlântida



O Pedro Marques Lopes pergunta-me como é que eu sou capaz de estar no partido de Marco António Costa e Ângelo Correia. E mostra-se preocupado com as minhas tendências divisonistas, que ameaçam a paz, o amor e o inalanço partilhado que deviam reinar no PSD. É uma boa pergunta, que faço a mim próprio muitas vezes. E é uma preocupação terna, vinda de um não militante.
Já que estamos em maré de confidências e bons sentimentos, deixem-me partilhar com o Pedro Marques Lopes, com os leitores do Cachimbo e com a Humanidade em geral (por esta ordem) outras perguntas e preocupações que me atormentam. Todas as noites, quando me entrego ao sono à hora em que Proust se vê rodeado de escuridão na primeira página da Recherche , ponho-me a pensar no sentido da vida. Bem, se não é no sentido da vida, que dá muito trabalho, é nos enigmas da National Geographic. Três, pelo menos. O primeiro é cosmológico: onde ficava a Atlântida? O segundo é histórico: quem matou JFK? O terceiro é metafísico: mas como raio estou eu no mesmo partido que aqueles gajos?
Desgraçadamente, não tenho resposta para nenhuma destas questões imensas. Penso e repenso, até as minhas pobres sinapses entrarem em colapso, mas nada concluo. Às vezes, até misturo tudo. A Atlântida é em Gaia. JFK foi morto pelo bruto do Marco António. Ângelo Correia é um extraterrestre que quer impedir o Pacheco Pereira de postar mais fotografia de Marte no Abrupto.
Nos dias piores, nos dias em que, sei lá, vejo o Menezes no telejornal, tenho um pesadelo recorrente. O Marco António, o verdadeiro, o do Shakespeare, aparece-me a declamar, com sotaque do Porto e gravata monocolor, "Friends, Romans, Countrymen, lend me your ears", e a tirada toda de seguida. Que invariavelmente traduzo (os meus pesadelos têm sempre tradução simultânea) por "Bases, elites e morcões, votai no Passos, carago!". Sim, eu sei, é das sinapses.
Como se vê, as minhas inquietações são mais mesquinhas do que as do Pedro Marques Lopes. Ele pensa no país, em ideias, em projectos, em valores, na Pessoa, na Verdade, na Liberdade, na Esperança, em tudo isso - e eu no Menezes e no Marco António. Cada um tem os sonhos que merece. Se ele tivesse os meus pesadelos, aposto que pensava menos na Liberdade e na Esperança. Mas há uma coisa em que me dispenso de pensar. Manuela Ferreira Leite não herdou nada de Menezes. Nem o filho, nem o braço-direito, nem o braço-esquerdo, nem o mais pequeno elogio, jantar, sorrisinho, palmadinha nas costas, fuga de informação cirúrgica, amén implícito ou explícito. Bem pelo contrário, o que obviamente me tranquiliza.
O Pedro Marques Lopes não pode dizer o mesmo, o que obviamente o incomoda. Compreendo-o muito bem. O seu esforço para encher de ideias, valores, liberalismo, mudança, tudo isso, uma candidatura que não passa de menezismo light tem sido heróico. (Ele diria desesperado, adjectivo que agora usa muito.) Depois de chamar o que chamou a Agostinho Branquinho, calculo que não seja fácil engolir o sapo de o ver apoiar as mesmas ideias, valores, etc. Depois de passar seis meses a bater no Menezes, e com razão, percebo que lhe custe admitir que a candidatura da mudança e do liberalismo foi cozinhada com o beneplácito do defunto. Compreendo muito bem, mas não é um problema meu.
O meu é só a Atlântida.
publicado por Pedro Picoito às 13:24 | comentar | ver comentários (9) | partilhar

Se...

Se esta história dos abusos de crianças pelos capacetes azuis fosse na América, a ONU ia à falência com as indemnizações e o Secretário-Geral tinha que pedir desculpa com uma corda ao pescoço.
Mas não é.
É em África e não mete padres.
O mundo pode suspirar de alívio.
publicado por Pedro Picoito às 13:17 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Cachimbos

O Cachimbo de Magritte é um blogue de comentário político. Ocasionalmente, trata também de coisas sérias. Sabe que a realidade nem sempre é o que parece. Não tem uma ideologia e desconfia de ideologias. Prefere Burke à burqa e Aron aos arianos. Acredita que Portugal é uma teimosia viável e o 11 de Setembro uma vasta conspiração para Mário Soares aparecer na RTP. Não quer o poder, mas já está por tudo. Fuma-se devagar e, ao contrário do que diz o Estado, não provoca impotência.

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