Terça-feira, 31.05.11

Concurso de imbecilidades dentro do PS?

Eu estou em desconfiar que os socialistas deram em competir entre si pela 'tirada mais imbecil da campanha'. Há o ex-exilado (em versão deluxe) Ferro Rodrigues dizendo-nos que certos tipos de votos (os que não lhe agradam, qual grande democrata) são 'votos no insulto'. Há também Vitorino que pensa que os eleitores vão votar no PS contra o PSD por estarem descontentes com a oposição, não lhe ocorrendo que quem tem discernimento para estar discontente com o PSD também o terá para estar imensamente mais descontente com o partido que gastou nestes últimos anos como se não houvesse amanhã e nos guiou até à bancarrota - o PS gosta da frase 'no longo prazo estamos todos mortos', mas para o PS 'longo prazo' significa 'governo de outro partido'. E agora vem a luminária que se tem entretido nos últimos anos a dificultar a vida aos lisboetas, prevendo já a derrota, afirmar que não basta uma maioria aritmética à direita para governar. Deixando de lado a maioria esmagadora que quer correr com sócrates do governo e que se manifestará no dia 5, e fazendo por esquecer como o PS, quer com maioria absoluta quer com relativa, fez por hostilizar qualquer força política ou social que ousasse criticá-lo e como tratou todos os opositores políticos com a mais convicta das boçalidades, refira-se que já faltava na campanha esta capacidade mediúnica da esquerda de 'unir' e de convocar a 'maioria social'. Eu, menina picuinhas, lembro que Mário Soares em 2006 também afirmava estar bem colocado para 'unir' os portugueses e isso não foi lá grande argumento. Mas mesmo sem as minhas picuinhices, não ocorrerá à luminária de Lisboa que os eleitores, até os que almejam ardentemente estar em união com os demais portugueses, se perguntarão em volta de quê se devem unir? E que, se calhar, unir-se em torno de quem rebentou com a credibilidade do país, de quem mais que duplicou a dívida pública, de quem tem os números recordistas de desempregados (fora os duzentos mil que já se declaram inactivos, de tanto desesperarem de procurar emprego), de quem tem défices tão grandes que nunca sabemos se não haverá mais uma revisão em alta, de quem tem o mais vergonhoso dos percursos profissionais antes de ser primeiro-ministro, de quem depois de deixar São Bento terá de continuar na AR porque fora da política é e sempre foi uma nulidade não vale, afinal, a pena? Pelos vistos estas questões não ocorrem a ninguém no PS, de resto com alguma razão: se em 2009 venceram mentindo descaradamente (desde logo sobre o estado das finanças públicas), porque não nos hão-de continuar a tratar como tolos? Eu respondo: o saque do desgoverno socialista já alcançou o bolso dos tolos de 2009.

publicado por Maria João Marques às 23:30 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Último episódio - Best of Sócrates

 

Há muitas e boas razões para nos livrarmos de José Sócrates e do governo mais incompetente da história da nossa democracia. Este vídeo, uma cortesia do 31 da Armada, tem aponta algumas. Mas acima de tudo, revela a desfaçatez, a falsidade e a falta de vergonha na cara de José Sócrates e deste Partido Socialista. A ver e partilhar!

publicado por Nuno Gouveia às 19:24 | comentar | partilhar

"Já nem o Salazar vinha compor isto."

publicado por Fernando Martins às 17:10 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Noto aqui alguma evolução (apesar de tudo)

O secretário-geral do PS, José Sócrates, acusou hoje o PSD de ter feito "guerrilha política ao Governo" para provocar ajuda externa, num dos gestos "mais irreflectidos, irresponsáveis e levianos que um partido algum dia tomou" no país. "Lamento que o líder do PSD não tenha feito outra coisa ao longo deste ano e meio senão fazer uma guerrilha política ao Governo para provocar a ajuda externa

 

Pode parecer pouco (bem, não é assim tanto) mas pelo menos o (ainda) Primeiro-Ministro já não alega que teve de solicitar o auxílio externo devido ao chumbo do PEC IV. É um facto. Já nem o PS acreditava nisso. Resolveu por isso alargar o espectro temporal e agora, na mais recente versão, queixa-se de ter sido sabotado ao "longo deste ano e meio". Período durante o qual o PSD lhe aprovou todos os PEC e OE's. É tramado. Os factos continuam a dificultar a vida ao "Eng.º" Pinto de Sousa.

publicado por Miguel Noronha às 15:08 | partilhar

Cachimbos de lá

John Frederick Peto, Natureza morta com caneca, cachimbo e fósforo, 1900. 

publicado por Pedro Picoito às 15:03 | comentar | partilhar

Diagnóstico científico

A poucos dias do fim da campanha eleitoral, vai ficando claro que o PSD será vencedor.

Pedro Passos Coelhos tinha um caminho fácil para esta vitória. Bastava ter seguido a via do CDS. Afirmar-se através de demagogias vagas e piedosas, ignorando que o país faliu porque era inevitável falir com o actual modelo e que uma mudança severa é necessária e está em curso. Passos seguiu a via mais árdua mas também a única útil para o país. Escolheu candidatar-se com um programa claro que contribua para uma pedagogia da reforma. Um programa que, com uma vitória eleitoral, se converta num mandato para começar a mudar Portugal. Ganhou com isso o respeito de boa gente e a inimizade generalizada dos guardiões do templo que, nestas eleições, sem qualquer mudança de tom, trocaram o chavão crítico habitual (PS e PSD são iguais) pelo seu oposto (O PSD tornou-se diferente ou inaceitavelmente diferente). É esse o diagnóstico científico repetido todos os dias madrugada fora pela inteligência nacional: o PSD está demasiado diferente.

O grande pecado de Passos Coelho foi violar os cânones do regime procurando ser honesto e consequente com o que todos subscrevem longe das massas. Aliás, o mandato explícito que Pedro Passos Coelho pede passa em boa medida pela execução do compromisso que o governo, o CDS e o PSD assumiram. Grande parte do que o PSD propõe fazer é abrir Portugal para inverter a espiral de empobrecimento. CDS e PS (em graus diferentes) escolheram ignorar o assunto. Não lhes pareceu que o presente e o futuro bem próximo do país fosse assunto para eleitores. Não consideraram importante preparar as pessoas para as mudanças que já aí estão.

Que o PS tenha escolhido essa via absurda, não espanta o mais distraído. Já o triste deslumbramento do CDS é uma desilusão. O CDS alheou-se do que tem sido a sua luta e contribui mesmo para alimentar preconceitos contra os quais sempre protestou. O CDS em campanha não quis ser aliado do seu aliado natural no governo. Não quis combater pelo programa que vai ter de executar. Conservemos isto na nossa memória.

publicado por Duarte Lino às 13:37 | comentar | ver comentários (5) | partilhar

O Extraordinário Vitorino

Extraordinárias as recentes declarações de Vitorino. O homem por quem em 2004 o PS esperava, o homem cuja decisão de não concorrer à liderança socialista abriu o espaço a José Sócrates. O homem que em 2009 chamava Manuela Ferreira Leite de "profeta da desgraça", apelidava todos aqueles que alertavam para a "dissonância cognitiva" de José Sócrates de pessimistas e descrentes. O homem que,  ao engano, redigiu um programa ( porque pelo menos aquele era um programa), Avançar Portugal 2009-2013,  onde afirmava que o PS tinha um plano para "ganhar competitividade e reduzir o déficite externo" (cujos resultados estão à vista) , e que "não estava à espera que a crise passasse" ( estranho porque foi exactamente essa a estratégia publicamente assumida por José Sócrates e Teixeira dos Santos desde o segundo semestre de 2010). O homem que automaticamente viu ignorado o seu programa no momento  em que este alcançou o seu único propósito: vencer as eleições de 2009. É este o homem que agora apela ao voto dos "desiludidos do PSD". Só mesmo António Vitorino. Extraordinário.

 

 

publicado por Eugénia Gamboa às 12:17 | partilhar

30 cêntimos

A redução do montante a pagar aos professores por horas extraordinárias, introduzida no início do ano pelo Ministério da Educação, tem provocado situações caricatas, com docentes a receberem quantias irrisórias pelo trabalho extra.

O CM teve acesso ao recibo de ordenado de uma docente da área de Lisboa a quem foram creditadas duas horas extraordinárias, pelas quais auferiu de remuneração 44,60 euros. Sobre esse valor foram descontados 44 euros de IRS. "É ridículo, mas estamos a cumprir a lei", disse ao CM fonte da direcção da escola em causa.

[no Correio da Manhã]

publicado por Alexandre Homem Cristo às 12:09 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

O protectorado grego (2)

Camilo Lourenço acerca das propostas que irão retirar soberania fiscal à Grécia

O que se está a preparar para a Grécia vai muito para além da ideia de "protectorado"; é uma "colonização". É injusto? Não: se quem mantém os gregos à tona é a União, porque não há-de ela tomar decisões por eles? Federalismo é isso mesmo (*). Como dizia o ministro das Finanças holandês, "não é altura para sensibilidades".

Surpreendido, caro leitor? Não esteja... E vá-se preparando. Se daqui a um ano não tivermos respeitado o calendário da troika, seremos nós a passar por isto

(*) À atenção do nossos euroentusiasmados federalistas

 

publicado por Miguel Noronha às 11:53 | partilhar

Nervosinhos

Este post do Rui Peres Jorge explica na perfeição o nervosismode Paulo Macedo, administrador do BCP, com uma eventual reestruturação da dívida dos países periféricos. Um corte de 50% na valor da dívida grega (um valor perfeitamente plausível) implicaria um "rombo" de 350 milhões de euros no activo do BCP.  Não custa imaginar a hecatombe provocada por um "haircut" (ainda que inferior) na dívida portuguesa. Durante anos, um sistema de garantias explícitas e explícitas e o laxismo dos bancos centrais e agências de notação incentivou durante anos os bancos a financiaram alegremente o despesismo público e privado sem se preocuparem grandemente se estes tinham ou não capacidade de pagar. Eles próprios endividaram-se enormemente a fim de poderem beneficiar destas "fabulosas oportunidades de negócio. Para grande "surpresa" de todos descobre-se agora que o risco foi subavaliado e nem o estado nem os privados têm capacidade para pagar as dívidas. Como se não tivessem tido quaisquer responsabilidades no processo pretendem agora que sejam os contribuintes a pagar pelos seus erros. Reestruturação? Devia até ser proibido falar no assunto!

publicado por Miguel Noronha às 10:16 | partilhar

O que está em causa

Esta campanha traduz a perda de qualidade da nossa vida política. O espaço público encheu-se de "casos" que nascem e morrem todos os dias. Não se vai a fundo acerca de nada. Nada tem consequências. A mentira banalizou-se disfarçada de marketing, o que conduziu à indiferença generalizada. Perdemos sensibilidade. Descemos o padrão de exigência. A responsabilidade é diluída, como se ninguém tivesse a culpa, como se o buraco onde nos meteram fosse fruto de um qualquer acaso, mascarado de crise internacional. Como se não houvesse decisões e rostos concretos que nos conduziram à pobreza, ao desemprego e à mendicidade internacional.

 

Não me recordo de uma campanha tão pouco esclarecedora. E nunca, como nestas eleições, tanta coisa esteve em causa. Por detrás do aparato das caravanas, esconde-se algo de que depende o nosso futuro depois de 5 de Junho. Não se trata apenas de afastar o pior primeiro-ministro das últimas décadas. É fundamental que destas eleições saia um governo com força política para executar o acordo com a ‘troika'. O tal documento que José Sócrates assinou e considerou positivo, mas que agora esconde, voltando a negar a realidade. Tal como não cumpriu os PEC's é cada vez mais óbvio que Sócrates não tem intenção de cumprir o MoU. As críticas à descida da TSU são disso exemplo, com o candidato a criticar uma medida que ele próprio tinha assinado como primeiro-ministro. A estratégia socialista resume-se a manter o poder, depois logo se vê, para isso é preciso ganhar tempo. Só assim se compreende que o Estado tenha adiado o pagamento de 205 milhões, como revelou a UTAO, para maquilhar a execução orçamental do 1º trimestre.

 

Por tudo isto, as próximas eleições são muito mais do que um benfica-sporting entre partidos. Uma democracia onde quem governa não é responsabilizado pelos resultados é uma democracia doente. Se aqueles que nos levaram ao buraco não forem penalizados é a sanidade do sistema que está em causa. Há dois caminhos à nossa frente: cumprir ou não o acordo com a ‘troika', seguir os passos da Irlanda ou da Grécia. Para podermos cumprir é essencial uma nova maioria parlamentar que apoie as medidas impopulares que o próximo governo terá de tomar, num calendário muito apertado. Com a auto-exclusão da extrema-esquerda e a "lepra da bancarrota" que persegue Sócrates, essa maioria só pode acontecer com o centro-direita. O nosso futuro depende disso.

 

[Diário Económico

publicado por Paulo Marcelo às 10:10 | comentar | partilhar

O estado da Educação (17)

 

 

 

 

No 1º gráfico (colunas vermelhas), observamos que Portugal é o país com a maior taxa de retenção no ensino primário (28%). No 2º gráfico (colunas azuis), vemos que cerca de 22% dos alunos de 15 anos tiveram de repetir pelo menos um ano lectivo no ensino primário. Finalmente, no 3º gráfico, observamos a evolução (1999/2009) da taxa de retenção/desistência por ciclo no ensino básico (uma ligeira melhoria).

Ora, estas elevadas taxas de retenção são um sintoma claro de um problema no sistema educativo. O Governo Sócrates "resolveu-o" de forma inesquecível: instaurou a regra "chumbar é facilitar", pressionando as escolas de modo a que evitassem a retenção de alunos, levando ao surgimento de casos absurdos, como este. Atacou-se o sintoma, esqueceu-se o problema.

 

(clique nas imagens para ver em tamanho maior)

publicado por Alexandre Homem Cristo às 08:00 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Quando a realidade é madrasta, viramo-nos para a ficção

E não é que a música dos tempos de antena do PS é a mesma que a usada no genérico da série de televisão West Wing? Está-se mesmo mal no PS quando as referências já não vão além de personagens televisivas. Mas por agora, quando se está mal no PS está-se bem - ou, pelo menos, com potencialidades de melhorar - no resto do país.

publicado por Maria João Marques às 00:52 | comentar | ver comentários (1) | partilhar
Segunda-feira, 30.05.11

Os dias do fim (I)

Uma contradição nos seus termos.

publicado por Pedro Pestana Bastos às 20:53 | comentar | partilhar

Na segunda semana de campanha

 

A primeira semana de campanha não foi boa mas as coisas estão entrar nos eixos.

Pedro Passos Coelho desta vez deixou Sócrates a vociferar sozinho e Paulo Portas apresentou uma proposta de bom senso.

Quantos às sondagens já demonstram o que se sente. PSD cinco pontos à frente do PS e uma maioria de centro direita muito próxima dos 50% 

publicado por Pedro Pestana Bastos às 20:35 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Sim, ainda o Museu de Arte Popular

Enquanto mandarins e opinadores discutem se a cultura deve ter ou não um Ministério, como se uma política cultural se resumisse ao organigrama do Governo, no reino da Dinamarca continua a haver algo de podre. Leia-se, por exemplo, o artigo que Pedro Prista hoje escreve no Público a sugerir a pura e simples extinção do Museu de Arte Popular, sinal de algum incómodo da escola de antropologia do ISCTE, por sua vez muito ligada ao Museu de Etnologia, face ao museu de Belém. 

Discordo totalmente da conclusão de Prista, e ficava-lhe bem confessar que é colega de Joaquim Pais de Brito, o director do Museu de Etnologia, mas o que diz merece ser debatido. É certo que o Museu de Arte Popular sempre teve um problema de identidade, fruto do pecado original de ser um instrumento de propaganda do Estado Novo e de um Portugal que já não existe (e talvez nunca tenha existido). É certo o destino e o valor da sua colecção não são lá muito claros e as ideias mirabolantes dos últimos anos, com destaque para a do Museu Mar da Língua, não têm ajudado nada. É certo que, em tempo de subfinanciamento do património, a fusão de museus não pode ser um tabu. Mas parece escapar a Prista, quem sabe se por deformação profissional, que o acervo do MAP é hoje o melhor testemunho, não da "arte popular" na primeira metade do século XX, mas do que na primeira metade do século XX se entendia por "arte popular". O seu interesse, mais do que etnológico, é histórico.  O MAP é hoje o museu do Estado Novo e do Portugal de campos e aldeias que, no fundo, constituía o horizonte idealizado do salazarismo. Não faz grande sentido, portanto, defender a sua transferência para o Museu de Arte Contemporânea, que sempre se organizou em torno de uma narrativa diferente, ou até para o Museu de Etnologia.

O tema dá - e espero que dê - pano para mangas. Talvez Raquel Henriques da Silva ou João Leal, que tanto se empenharam no recente movimento contra a extinção do MAP, venham a pronunciar-se nos próximos dias. Bem sei que estamos todos em campanha, mas há coisas em que vale a pena ir para além do soundbite.    

publicado por Pedro Picoito às 18:09 | comentar | partilhar

A crise toca a todos menos... ao PS

 

Estrutura permanente de campanha do Partido Socialista: 5 autocarros de 55 lugares, 20 monovolumes em permanência, um camião TIR com palco, regie e ecrã gigante e 3 técnicos, duas estruturas independentes com equipas de 10 elementos cada uma para montagem e desmontagem de palco, dotado de sistema de som profissional estilo concerto, 3 bancadas (duas laterais e uma frontal) com capacidade total para 250 pessoas sentadas, oferta de t-shirts, sacos de pano, canetas, calendários, chapéus, jornais de campanha, flyers de todo o tipo e feitio, múltiplos adereços para oferta, autocolantes, jovens "voluntários" pagos, mobilização de autocarros (20 na Afurada, 25 em Braga), etc.

 

[Fotografia e informação retirada do 5 dias]

publicado por Paulo Marcelo às 17:46 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

A brigada do reumático

Michel, Lenita Gentil, Vitor Mendes, Mega Ferreira...

publicado por Pedro Pestana Bastos às 17:18 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Trapalhada?

Publico: Finanças garantem que já deram aval a acordo que motivou greve na CP 

Jornal de Negócios: CP rejeita que exista luz verde das Finanças para acordo

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publicado por Miguel Noronha às 16:38 | partilhar

No fundo, foi um investimento ecológico

 

 

Rodrgo Moita de Deus: "Beja - o primeiro aerporto do mundo com ruído zero e sem emissões de carbono"

publicado por Miguel Noronha às 16:15 | partilhar

Cachimbos

O Cachimbo de Magritte é um blogue de comentário político. Ocasionalmente, trata também de coisas sérias. Sabe que a realidade nem sempre é o que parece. Não tem uma ideologia e desconfia de ideologias. Prefere Burke à burqa e Aron aos arianos. Acredita que Portugal é uma teimosia viável e o 11 de Setembro uma vasta conspiração para Mário Soares aparecer na RTP. Não quer o poder, mas já está por tudo. Fuma-se devagar e, ao contrário do que diz o Estado, não provoca impotência.

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