Terça-feira, 27.09.11

O socialismo tal como ele é

 

1. Ontem, a federação socialista de Lisboa propôs reverter a racionalização dos transportes públicos e financiar os colossais défices de exploração através do aumento do imposto de circulação.

 

2. Embalados pela recente vitória na eleição para o senado, os socialistas franceses anunciaram que não aprovarão a introdução dos limites ao endividamento na constituição.

 

Defesa dos interesses instalados, mais impostos e mais despesa. É isto o socialismo.

 

 

publicado por Miguel Noronha às 09:16 | partilhar
Sexta-feira, 16.09.11

Nada pára o socialismo madeirense

 

Juro que não percebo o ódio que lhe votam. Alberto João Jardim tem tudo para ser um ícone da esquerda portuguesa. Numa altura de crise generalizada e a braços com um colossal "buraco" nas finanças regionas, o presidente do governo regional culpa o "poder financeiro" e garante que não despedirá funcionários públicos nem irá rever o programa de obras públicas. Não é exactamente isto que os cainesianos continentais reclamam? Nada, nem o a falta de financiamento, parece capaz de parar o socialismo madeirense. Alguém (que não eles) pague a conta. Mais ou menos como na história das eurobonds.

publicado por Miguel Noronha às 11:52 | partilhar
Terça-feira, 13.09.11

3.19%

 

Parece-me bizarro que seja o INE a definir de forma cientifica o valor máximo permitido para a actualização das rendas. Os sucessivos governos têm preferido aplicar "remendos" ineficazes em vez de acabarem de vez com este tipo de políticas que levou à degradação e à desertificação dos centros urbanos.  Nunca mais acaba o socialismo em Portugal.

publicado por Miguel Noronha às 09:27 | partilhar
Sexta-feira, 12.08.11

Keynesianism failure

Urs Paul Engeler (Die Weltwoche) (traduzido para inglês, aqui)

 

"By following today's apologists of the British economist John Maynard Keynes (1883-1946), the so-called 'welfare' states pumped too much money (which they didn't have) into consumption: into pensions for all (Europe), exorbitant armament (US), endangered industries (both), and finally bailouts for ailing mortgage banks (also both). This intervention was celebrated by Keynes' disciples as the 'return of politics'. In reality the hopelessly over-indebted states only exacerbated the crisis. Today they are locations of insecurity. Those who argue that the state should be active with funds, subsidies and interventions - in short that it should perpetuate the debt economy - turn the wheel in exactly the wrong direction."

publicado por Miguel Noronha às 08:47 | partilhar
Domingo, 07.08.11

Nuts

 

via Gerontion

 

publicado por Miguel Noronha às 20:09 | partilhar
Quarta-feira, 03.08.11

Alguém há de pagar

 

Ontem na SIC Notícias comenta-se o acordo sobre o "debt ceiling". Dizia José Gomes André que era absolutamente necessário aumentar os impostos. E não se tratava de uma medida de carácter temporário. Segundo este os americanos pagam muito pouco em impostos e há inclusivamente municípios a falir (podia ter também referido alguns estados) enquanto os cofres das empresas se estavam cheio.

 

Reconhecem a lógica? A receita é que tem de acomodar a despesa. E quem obtém bons resultados financeiros deve penalizado e pagar as contas alheias. É a típica mentalidade socialista. É o mesma lógica que nos guiou até ao "buraco" onde nos encontramos. È claro também que reconhecem a necessidade de reduzir a despesa. Mas agora é que não. Fica para uma altura mais oportuna.

publicado por Miguel Noronha às 08:52editado por Paulo Marcelo às 14:00 | partilhar
Quinta-feira, 28.07.11

Compreender a mentalidade socialista

 

Sempre que na imprensa se elabora um ranking dos mais ricos podemos contar com a inevitável reacção da extrema-esquerda equiparando a riqueza a roubo e exigindo a sua confiscação em nome de um estranho conceito de democracia. Esta aversão à riquiza ajuda a compreender as políticas defendidas (e infelizmente implementadas) por socialistas e comunistas. Em muitos casos nem chega a ser necessário criminalizar o enriquecimento e prender os mais abastados.  O governo encarrega-se  de promover a a destruição de riqueza e o empobrecimento generalizado da população. Ficamos todo iguais. Pobrezinhos mais iguais.

publicado por Miguel Noronha às 09:29 | partilhar
Sexta-feira, 15.07.11

Uma sugestão

 

 

Em vez de medidas simbólicas de duvidosa eficácia o governo podia aproveitar para tomar medidas que reduzem efectivamente a despesa pública e diminuam o peso do estado na sociedade. Por exemplo, privatizar a RTP.

publicado por Miguel Noronha às 14:16 | partilhar
Quarta-feira, 06.07.11

Assuma-se Sr.Deputado

"Que barracada!", disse eu. "Enganaram-se e meteram o programa do Bruno Nogueira". Mas não. Estava mesmo a ouvir o deputado Saldanha Galamba afirmar que a decisão de acabar com as "golden shares" era "pouco liberal".  Ao menos os partidos comunistas não se envergonham e lamentaram a redução do dirigismo estatal na economia. Não precisaram inventar liberalismos para justificar as suas posições.

publicado por Miguel Noronha às 09:13 | partilhar
Segunda-feira, 27.06.11

É preciso acabar com o modelo socialista

 

O jurista Adolfo Mesquita Nunes, que acaba de ser eleito deputado pelo Partido Popular é o entrevistado de Ana Sá Lopes e Luís Gouveia Monteiro. Discutem-se o papel e o tamanho do Estado e os desafios do novo governo numa altura em que país enfrenta uma situação económico-financeira muito delicada.

 

[parte 1!parte 2]

publicado por Miguel Noronha às 08:02 | partilhar
Quinta-feira, 16.06.11

Mau sinal

A par dos bons sinais aqui assinalados pelo Nuno Gouveia, verifico que nada é dito acerca da abertura aos privados do capital da CGD. Sinal que poderá ter sido sido "sacrificada" no acordo com o CDS/PP. Uma vitória para os que privilegiam o dirigismo e as interferências do poder político na economia. Mais do mesmo. Nunca mais acaba o socialismo em Portugal.

publicado por Miguel Noronha às 11:04 | partilhar
Segunda-feira, 13.06.11

Deixem-me trabalhar

João Miranda

 

"Num momento em que Portugal atravessa uma situação particularmente difícil, estabeleceu-se entre os responsáveis políticos um estranho consenso: temos que apostar na agricultura. São os mesmos que disseram que tinhamos que apostar nas auto-estradas, na Expo 98, na construção de estádios, na tecnologia, na educação e no TGV, mas nunca cuidaram de garantir que as apostas seriam sustentáveis. É mais uma de uma longa lista de “apostas”, “prioridades nacionais” e “opções estratégicas”."

 

 

 

Tenho uma sugestão para os políticos que acham saber quais as "apostas de futuro". Façam uso do conhecimento priveligiado e invistam o vosso dinheiro nesses projectos. Deixem o meu em paz. Por causa desses "visionários" tenho uma enorme factura para pagar.

publicado por Miguel Noronha às 11:12 | partilhar
Quinta-feira, 19.05.11

Pois...

Parece que os "abrantes" descobriram agora que, apesar das lendas, o programa do PSD não é ultra-liberal. Verdade seja dita, a ideia é digna de qualquer um dos cabeças-de-lista por Lisboa. (se não tivesse lido a notícia até diria que era uma proposta do Eduardo "estou-me a cagar para o segredo de justiça" Ferro Rodrigues). Mas regressemos à realidade. Primeiro. Infelizmente é mais fácil encontrar uma SCUT que dê lucro que descobrir uma português que se tenha apercebido que o estado socialista está falido. Segundo. Não sei se já se aperceberam mas acabaram de  desmentir o chefe que, segundo consta, não aprecia essas liberdades. Eu não sou pago para isto e nem sequer sou vosso amigo mas, ou muito me engano ou, ainda vão levar na cabeça à conta desta brincadeira.

 

publicado por Miguel Noronha às 22:17 | partilhar
Segunda-feira, 16.05.11

Este foi um dos parceiros preferênciais do governo socialista

 

 

«O presidente da Venezuela alertou hoje para uma "possível expropriação" da rede de supermercados Central Madeirense, cujos proprietários são empresários portugueses radicados na Venezuela, na sequência de problemas com alguns trabalhadores.(...) Em declarações à televisão estatal, Hugo Chavez deixou a ameaça: "Não podemos permitir que essas cadeias, por nenhuma razão, caiam nessas situações, ou se prestem a especular, açambarcar e violar os preços regulados. Se assim for e porque temos uma lei muito firme para fazer cumprir devem ser alvo de intervenção e podem até ser expropriadas".»

 

in Diário Económico

publicado por Miguel Noronha às 12:15 | partilhar

Cachimbos

O Cachimbo de Magritte é um blogue de comentário político. Ocasionalmente, trata também de coisas sérias. Sabe que a realidade nem sempre é o que parece. Não tem uma ideologia e desconfia de ideologias. Prefere Burke à burqa e Aron aos arianos. Acredita que Portugal é uma teimosia viável e o 11 de Setembro uma vasta conspiração para Mário Soares aparecer na RTP. Não quer o poder, mas já está por tudo. Fuma-se devagar e, ao contrário do que diz o Estado, não provoca impotência.

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