Sangue meu


O Presidente do Instituto Português do Sangue dá uma hoje um entrevista importante no jornal i.
Gabriel Olim demonstra de forma séria e perceptível que não há qualquer discriminação em relação aos homosexuais enquanto dadores de sangue. O que está em causa não é a orientação sexual do dador mas um eventual comportamento de risco.
Comportamentos como sejam a existência de múltiplos parceiros, relações não protegidas e sexo anal ou oral são considerados de risco e dão origem à exclusão tanto em relação a heterosexuais como em relação a homosexuais.
O problema é que os heterosexuais quando são exluídos aceitam a decisão, os homosexuais quando são excluídos dizem que é discriminação.
publicado por Pedro Pestana Bastos às 11:52 | comentar | partilhar