Triste spectaculum

A insolência desrespeitosa, que seria sempre insuportável para quem quer que fosse, mas pior quando é dirigida a quem foi eleito por quem apenas foi "lá" posto.
O desprezo do diminutivo, que escarnece daquilo que nos torna a todos iguais na nossa soberania.
O gozo do "dever(!) cumprido" lançado às caras incrédulas dos outros, que sabem que esse "cumprimento" transformou lugares vivos em cemitérios abandonados.
O arremesso sem-vergonha da mentira.
O descaramento da barbárie.
Esta é a gente de que Sócrates gosta de se rodear.
Mas ouçam, ouçam...
publicado por Carlos Botelho às 02:14 | comentar | partilhar