Terça-feira, 26.02.08

Os porta-vozes

Luís Todo-Bom, antigo secretário da Indústria e Energia de Cavaco Silva, é o nome escolhido por Luís Filipe Menezes para porta-voz da área económica do PSD (CM, 26.2.2008).
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Finalmente. Veremos quem serão os restantes escolhidos. Depois falamos.
publicado por Joana Alarcão às 10:11 | comentar | ver comentários (5) | partilhar
Segunda-feira, 25.02.08

Rajoy-Zapatero

O debate desta noite em Espanha, opondo os dois principais candidatos à presidência do Governo daquele país, foi não só interessante como importante. Importante porque retomou uma prática interrompida durante várias legislaturas e usou uma metodologia de debate equilibrada entre a máxima liberdade e o controle mínimo mas eficaz do papel a desempenhar pelo moderador e das tentações monopolizadoras do discurso por parte dos dois contendores. Foi também importante por ter sido um debate esclarecedor quanto à forma como Zapatero e Rajoy entendem o país que pretendem governar, embora muito menos quanto à apresentação e discussão de programas de Governo.
Sucede que política e ideologicamente Zapatero e Rajoy têm um entendimento muito diferente daquilo que foi, é e deverá ser a Espanha. Apesar de potencialmente polarizadoras da sociedade espanhola, as diferenças existentes entre PP e PSOE e entre Rajoy e Zapatero são estimulantes e fizeram-me ver pela primeira vez que a democracia espanhola e sociedade espanhola perderiam a prazo alguma coisa se ambos aqueles líderes se posicionassem mais ao centro. Ou seja, em Espanha há posições claras e divergentes sobre os mais variados temas e tal facto, ao qual Rajoy e Zapatero dão corpo e voz, só enriquece uma sociedade e um sistema político democrático.
Quanto aos detalhes, e apesar do simplismo propositado, pareceu-me que Rajoy olha para a Espanha enquanto estado e nação nascidos e consolidados pela vontade e pelo esforço desenvolvido a partir do reinado dos reis católicos. Pelo contrário, a Espanha “plural” de que Zapatero fala e vai tentando construir, pareceu-me hoje, como nunca, a Espanha medieval anterior aos reis católicos. Este facto é importante em si mesmo, para a Espanha, para os espanhóis e, pelo menos, para a Europa. Mas é também importante para Portugal, porque caso essa espécie de Espanha medieval possa ser restaurada pelo PSOE de Zapatero, a posição e o papel de Portugal em Espanha (aqui como sinónimo de Península Ibérica) alterar-se-á substancialmente. Zapatero mostrou ainda todo o seu optimismo e a sua crença (penso que não será cínica) na bondade de todos os homens e mulheres. Até nisto é um socialista e um homem de esquerda. Rajoy, pelo contrário, é um pessimista, ou, se quisermos, um realista. Tal ficou bem evidente na forma, por vezes exagerada, como analisou e comentou a realidade da imigração em Espanha.
Quem viu o debate percebeu também que Zapatero e o seu Governo puderam gozar uma conjuntura económica que o PP de Aznar preparara para o PP com Rajoy à frente do Governo. Também se viu Zapatero fazer tanta oposição aos oito anos dos governos de Aznar, como Rajoy fez aos quatro anos do governo de Zapatero. Rajoy não devia ter falado como falou das vítimas do terrorismo, mas esteve quase sempre bem na forma como atacou Zapatero, sendo particularmente incisivo no modo como criticou a política de educação do PSOE baseada que é em chavões político-ideológicos em que, infelizmente, a motivação, e não o esforço, se considera serem a chave do sucesso. Talvez porque teve sempre a primeira palavra e Zapatero a segunda (ou a última), pôde Rajoy ser tão assertivo nas perguntas, nas críticas e nas análises. Isto é tanto mais surpreendente quando Rajoy é menos mediático do que Zapatero e está habituado a perder (quase) todos os debates que fez com o chefe do Governo no parlamento de Madrid. Finalmente, gostaria de deixar uma nota para sublinhar que cada vez mais em Espanha o grosso de muitas políticas sociais são feitas ao nível regional e local. Disso deu conta Rajoy ao tentar e conseguir (?) demonstrar a Zapatero e aos eleitores espanhóis que, por exemplo, no domínio da habitação social ou do apoio aos cidadãos “imobilizados” o Governo da Comunidade de Madrid ou a Câmara Municipal de Madrid fazem tanto ou mais do que o Governo para toda a Espanha. E já me esquecia. A “Europa”, em si mesma, esteve ausente do debate. Uma prova de que os silêncios são mesmo muito importantes.
publicado por Fernando Martins às 23:06 | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Dá-te asas

À imaginação, bem entendido. Luís Filipe Menezes acredita que a manifestação da Frente Comum «será um ponto de viragem irreversível na popularidade do Governo e na construção de uma mudança».
publicado por Joana Alarcão às 16:27 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Curso livre sobre Lisboa medieval

O Centro Cultural Pedro Hispano desafiou-me a dar um curso livre sobre a história medieval de Lisboa, incumbência que aceitei com muito gosto e com o título "Frades, Cruzados e Moçárabes na Lisboa Medieval". A perspectiva do curso, como se adivinha, privilegia a análise das relações entre as diversas comunidades étnicas e religiosas que vivem na cidade desde a conquista afonsina de 1147 à expansão ultramarina do século XV. Um tema bastante actual.
Será às Segundas-feiras, entre 3 de Março e 7 de Abril, pelas 20 horas, no Palácio da Independência (ao Rossio), e terminará com uma visita de estudo ao castelo e à sé, no Sábado seguinte (12 de Abril).
Estão todos convidados.
Para inscrições e informações, é contactar o 91 7250725 ou o 21 3647473 (fax).
Podem dizer que vão daqui.
publicado por Pedro Picoito às 16:17 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

"Não haverá mudanças em Cuba, garante Fidel"*


*In Portugal Diário, 22/2/08.
publicado por Pedro Picoito às 15:09 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Animais doentes as palavras

1. Espero que sim
«[O] corrente ano (ou muito pouco mais) é o prazo útil para encontrar uma alternativa interna [no PSD] -- ensinam-nos a experiência e a lógica das coisas que alguma séria tentativa será feita» (Nuno Brederode Santos, DN, 24.2.2008: 12).
publicado por Joana Alarcão às 01:57 | comentar | partilhar

A memória, para não variar

«Tem todas as condições para liderar com eficácia, em cooperação e forte harmonia», disse Mota Amaral referindo-se a Pedro Santana Lopes e à sua relação com Luís Filipe Menezes (15.10.2007). Não faltaram na altura vaticínios que agora tudo iria correr bem. Afinal, Santana Lopes e Menezes eram duas «pessoas maduras», para citar uma vez mais Mota Amaral.
A «cooperação institucional entre os dois esta[va] em marcha» assegurava Francisco Almeida Leite (DN, 13.10.2007).
Quatro meses foi o tempo que durou a tal cooperação institucional. A tal cooperação e harmonia entre pessoas maduras. Quatro pequeninos meses.
Acontece que, aparentemente, os últimos quatro meses não contam, nem devem servir como confirmação de um fiasco a partir do qual se devem tirar ilacções. Parece que agora é que vai ser a sério. Esqueçamos a cooperação e harmonia anunciada anteriormente, e a cooperação institucional que supostamente estava em marcha. Agora é que começou a «cooperação estratégica entre os dois», nas palavras de Hermínio Loureiro (DN, 25.2.2008).
O pior cego é aquele que não quer ver.
publicado por Joana Alarcão às 01:50 | comentar | ver comentários (3) | partilhar
Domingo, 24.02.08

Animais doentes as palavras

1. No centro, goste ou não
«José Luís Arnaut esteve no centro do negócio do Casino Lisboa», refere Joaquim Caldeira, que dirigiu a Inspecção-Geral de Jogos até 2006, contrariando assim as declarações feitas na semana passada pelo ex-ministro de Durão Barroso, segundo as quais só teria acompanhado a negociação com a Estoril-Sol na fase em que se pretendia instalar o casino no Parque Mayer (Graça Rosendo, Sol, 23.2.2008: 10).
Arnaut esclarece, contrariando Caldeira, que «esteve sempre presente a solução da não reversibilidade para o Estado do edifício no final da concessão» (Lusa via Sol online, 23.2.2008). Desta vez, porém, não diminui a relevância da sua intervenção. Estamos a progredir.
2. O menino e o lobo
Já não há pachorra para as estratégias que, à falta de melhores argumentos, se sustentam em exclusivo na propagação do receio. Ana Paula Vitorino, por favor, poupe-nos aos argumentos catastrofistas dos atrasos e dos fundos comunitários que se poderão perder (Luís Rosa, Sol/Confidencial, 23.2.2008: 7). Faça-se a análise custo-benefício e depois que se tome a decisão política incorporando esses e outros factores. Um processo de decisão é assim que deve estar hierarquizado. Desde quando os atrasos e a perda de fundos deve funcionar como tail that wag the dog?
publicado por Joana Alarcão às 01:28 | comentar | partilhar

Um mal estar difuso (II)


Uma breve observação do que se tem escrito sobre a recente tomada de posição da Sedes permite constatar, sem surpresas, que não passou despercebida. Como é costume em Portugal, uma parte importante dos críticos optou por ignorar o conteúdo da mensagem e antes preferiu matar o mensageiro.
publicado por Joana Alarcão às 00:05 | comentar | ver comentários (5) | partilhar
Sábado, 23.02.08

Aos leopardos da blogosfera

Lady, three white leopards sat under a juniper-tree
In the cool of the day, having fed to saciety

T.S. Eliot, Ash-Wednesday, II
publicado por Pedro Picoito às 22:15 | comentar | partilhar

Da série "Cachimbos de Lá"

Ellen Page em Juno, de Jason Reitman (2007)
publicado por Pedro Picoito às 19:15 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

A história conta muito

A independência do Kosovo é o primeiro grande teste à política externa da União Europeia desde a guerra do Iraque.
Na altura, foi o que se viu.
Agora, é o que se vê: metade dos países a favor, metade contra.
Entre os grandes, estão a favor a Inglaterra, a França e a Alemanha, que há dois séculos usam os Balcãs para ajustar contas com a Rússia por interposta pessoa da Sérvia. Nada de novo.
Mas a Espanha, apavorada com a hipótese de reconhecer um precedente que a Catalunha e o País Basco se apressariam a invocar portas adentro, nem quer ouvir falar do assunto. Nada de novo também.
O caso mais dramático é o de Chipre, apoiado pela Grécia, que se recusa a reconhecer o Kosovo, de maioria muçulmana, para não ter que aceitar a secessão da parte turcófona da ilha, por sua vez apoiada pela Turquia (uma potência candidata à União Europeia, recorde-se).
São factos comezinhos e irritantes. Talvez valha a pena lembrá-los quando nos voltarem a falar no Ministro dos Negócios Estrangeiros da Europa ou no exército comum.
A história conta muito.
publicado por Pedro Picoito às 17:15 | comentar | ver comentários (7) | partilhar

Animais doentes as palavras

1. Tarde e a más horas
Acabo de ouvir, no «Expresso da Meia-Noite» na SICN, Luís Delgado afirmar -- sem se rir, note-se -- que não tem dúvidas que, sobre o caso Somague, José Manuel Durão Barroso assumirá as suas responsabilidades políticas.
Mas está à espera do quê? Está a ver se deixa de chover?
2. A Rússia e o Kosovo
A Rússia ameaçou usar a força no Kosovo. Não me surpreende que o tenha feito, ainda por cima de forma muito clara. Já aqui tinha alertado na segunda-feira para essa possibilidade. A gestão desta questão pelas grandes potências europeias revela um grau de aventureirismo político incompreensível.
Os russos andam à procura de um pretexto para deixar uma ou duas coisas muito claras. Os europeus, pelos vistos, estão empenhados em lhe facilitar a vida.
3. Bifanas e sardinhas
É impressão minha, ou também vos parece que afinal talvez nem seja preciso comer muitas bifanas e sardinhas?
4. Mais um...
Mais um editorial de José Manuel Fernandes que vai dar muita azia a António Costa (Público, 23.2.2008: 44).
5. Telmo dos 300
O jornal Público, e em particular o jornalista responsável pela notícia inicial, revisita hoje a madrugada em que Telmo Correia teria assinado 300 despachos. Numa notícia nas páginas interiores, António Arnaldo Mesquita faz referência ao desmentido de Telmo Correia, mas não reitera a versão dos 300 despachos. Depreendo que o Público errou, embora não o assuma explicitamente. O que se segue é uma espécie de manobra de controlo de danos.
6. Spin: Governo sensível
O Governo está a ponderar a possibilidade de adquirir novos aviões para o transporte de altas figuras do Estado, na sequência do incidente na semana passada que obrigou o Presidente da República a aterrar de emergência em Itália. Aparentemente, alguns comentários de desagrado proferidos por Aníbal Cavaco Silva terão tido eco junto do Governo (Expresso, 23.2.2008: 8).
Não percebo. José Sócrates -- «enquanto houver garantia de segurança não haverá compra de nenhum avião» (CM, 30.12.2007) -- deixaram de existir as tais garantias de segurança que demagogicamente foram apresentadas como argumento?
Adiante. É notável a vontade de agradar de José Sócrates em relação a Aníbal Cavaco Silva. Um comentário circunstancial do Presidente e, zás, o primeiro-ministro trata logo de lhe agradar. Estamos, por mero acaso, a falar do mesmo primeiro-ministro que em Dezembro apanhou um valente susto num dos Falcon e que irritado exigiu que lhe fosse enviado um relatório da Força Aérea sobre o incidente (Sol, 29.12.2007: 5)?
Não devemos estar. Notável a sensibilidade de Sócrates em relação aos comentários de Cavaco Silva e a insensibilidade em causa própria. Maldita demagogia.
7. Sim, seguramente
«Desinteligências sobre o Kosovo?», por José Medeiros Ferreira (Bicho Carpinteiro, 23.2.2008).
publicado por Joana Alarcão às 00:04 | comentar | ver comentários (5) | partilhar
Sexta-feira, 22.02.08

Francisco Lucas Pires

No próximo 22 de Maio, passam dez anos sobre a morte de Francisco Lucas Pires, um homem que nos deixou demasiado cedo. Para assinalar a data, os filhos abriram um blogue onde irão publicando alguns dos seus textos.
Vale a pena visitar. E ver como a direita portuguesa podia ser diferente do que é.
publicado por Pedro Picoito às 16:40 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Madalena Barbosa (1942-2008)

Às vezes, a vida surpreende-nos.
Morreu ontem Madalena Barbosa, uma das principais vozes do feminismo português. Não a conhecia pessoalmente, mas tive com ela uma semipolémica na campanha do aborto do ano passado. Ela escreveu no Público um artigo que me irritou muito, eu respondi com outro artigo que nem sei se chegou a ler.
Morreu de cancro aos 66 anos. A mesma doença e mais ou menos a mesma idade com que morreu a minha Mãe.
Às vezes, a vida surpreende-nos porque as pessoas estão sempre mais próximas do que pensam.
publicado por Pedro Picoito às 15:57 | comentar | partilhar

Desencantamento do Mundo?

Parece que agora a política "é sobretudo acreditar". Bem, não há dúvida de que uma certa política é, de facto, sobretudo acreditar. Cada um faz as escolhas que lhe parecem melhor ou segundo as suas preferências. E é responsável por elas.
publicado por Miguel Morgado às 14:38 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

À bomba


Talvez uma agência de comunicação deva explicar ao Dr. Menezes que não se pode dizer uma coisa e o seu contrário na mesma frase. Dizer uma coisa em Lisboa e o contrário em Alvaiázare, ainda passa. Agora na mesma frase - não dá.

Se o Dr. Menezes diz que o PSD é só um, mas o "seu PSD" não é o do Dr. Barroso, consegue apenas (além de irritar a malta do Dr. Barroso) que a malta do "PSD-PSD" tenha de optar entre o PSD dos corruptos e o PSD dos cobardes.

Porque há poucas coisas mais vergonhosas, em política, do que a fuga à culpa da máquina laranja no caso Somague: Menezes chuta para Arnaut, que chuta para Vieira de Castro, que não se pode defender...

O Dr. Menezes diz que só sai à bomba?

Camarada, basta uma frase do Cavaco e passas o resto da vida a ver projectos de etars em Gaia.
publicado por Pedro Picoito às 14:17 | comentar | ver comentários (5) | partilhar

Animais doentes as palavras

1. Infelizmente, acreditamos todos
«Contado, alguém acredita?», por Francisco Teixeira (DE, 22.2.2008: 3).
2. It takes two to tango
O bailado, como se constata, afinal continua...
3. Estar errado na altura certa
José Medeiros Ferreira é que tem razão. Isto de estar errado na altura certa é uma ciência. Estar certo na altura certa quase sempre não compensa. Mas, enfim, mais vale tarde do que nunca...
4. Questões de gastronomia
A nível de argumentação no PSD é muito rico(!) do ponto de vista culinário. Luís Filipe Menezes terá recordado recentemente aos seus adversários internos que se quiserem a liderança do partido terão de «comer paletes de carne assada e toneladas de sardinha» (Francisco Teixeira e Márcia Galrão, DE, 21.2.2008: 46).
Nada que não se resolva.
5. Sampaiar
Um ponto prévio. Não defendo, nem quero, que a comunicação social ou que a Presidência da República desempenhem o papel que compete às oposições. Dito isto, as intervenções do Presidente da República parecem-se cada vez mais com as de Jorge Sampaio.
Estou cansado de avisos e de alertas presidenciais que do ponto de vista substantivo não levam a lado nenhum. A reacção de Cavaco Silva ao documento da Sedes é frustrante.
publicado por Joana Alarcão às 13:54 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Um mal estar difuso


«Sente-se hoje na sociedade portuguesa um mal estar difuso, que alastra e mina a confiança essencial à coesão nacional.»
publicado por Joana Alarcão às 00:04 | comentar | ver comentários (3) | partilhar
Quinta-feira, 21.02.08

Fininho, de preferência


«Isto está por um fio», comentava um deputado próximo de José Manuel Durão Barroso (Ângela Silva, Expresso online, 21.2.2008).
publicado por Joana Alarcão às 16:33 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Cachimbos

O Cachimbo de Magritte é um blogue de comentário político. Ocasionalmente, trata também de coisas sérias. Sabe que a realidade nem sempre é o que parece. Não tem uma ideologia e desconfia de ideologias. Prefere Burke à burqa e Aron aos arianos. Acredita que Portugal é uma teimosia viável e o 11 de Setembro uma vasta conspiração para Mário Soares aparecer na RTP. Não quer o poder, mas já está por tudo. Fuma-se devagar e, ao contrário do que diz o Estado, não provoca impotência.

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