Sábado, 27.06.09

O fim das ideologias?

No Portugal dos Pequeninos, o João Gonçalves tenta heroicamente conversar sobre Foucault. Sem grande sucesso. O João tem fama de cínico, mas às vezes mostra uma fé na natureza humana que me faz duvidar da profundidade do seu pessimismo antropológico.
Seja como for, interrogo-me sobre o curioso destino dos grandes intelectuais públicos à francesa, maîtres à penser que outrora faziam a chuva e o bom tempo. Quem pode arrogar-se hoje a influência de Sartre, de Althusser, do próprio Foucault?
Deve ser isto o fim das ideologias.
Ou então estamos todos mais sábios.
publicado por Pedro Picoito às 21:28 | comentar | partilhar

Crime sem castigo

Posso estar enganado, mas até agora não ouvi nenhum desmentido governamental à notícia do Expresso que indica estar José Sócrates informado desde o princípio do ano do negócio da compra de 30% da TVI pela PT. Se assim é, confirma-se que Sócrates mentiu quarta-feira no Parlamento quando disse nada saber sobre o assunto. Mentiu a todos os portugueses. O mais extraordinário é que tudo isto não tenha quaisquer consequências.

PPM, no ABC
publicado por Nuno Gouveia às 20:00 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Os "independentes" de direita

Sócrates quer conquistá-los. Devem ser tão, tão difíceis de conquistar...
publicado por Carlos Botelho às 16:07 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Processa/Não Processa?

Depois desta notícia do Expresso desmentir categoricamente o que foi afirmado por José Sócrates esta semana no Parlamento, restam-lhe duas hipóteses. Ou o Primeiro-ministro processa o jornal Expresso por mais esta "campanha negra", ou não faz nada. Se a hipótese for esta última, então pode-se assumir que esta noticia é verdadeira, o que prova que mentiu descaradamente aos portugueses (mais uma vez). Aguardemos por novidades nos próximos dias...
publicado por Nuno Gouveia às 01:28 | comentar | ver comentários (8) | partilhar

Vale alguma coisa?

Pela primeira vez em muitos anos (que me recorde) o PSD surge à frente do PS para as eleições legislativas numa sondagem. Apesar do empate técnico, o PSD tem 35,8% contra 34,5% do PS. o BE surge com 13,1%, a CDU com 8,4% e o CDS com 4,4%.

Apesar de não deixar de ser digno de registo para o PSD, quando ainda há pouco tempo se dizia ser impossível vencer eleições legislativas, a verdade é que não podemos confiar muito nas sondagens, depois do descalabro das europeias. E a desvalorização do CDS volta a surgir nesta sondagem. Esta sondagem foi feita na semana passada, portanto anterior às trapalhadas da PT, à Fundação Mário Lino e à entrevista de Manuela Ferreira Leite. Apesar de valer muito pouco, não deixa de ser mais um sinal de esperança para o país.

publicado por Nuno Gouveia às 01:05 | comentar | ver comentários (9) | partilhar
Sexta-feira, 26.06.09

Irisalva Moita (1924-2009)


Está esclarecido o silêncio sobre a morte de Irisalva Moita, datada de 13 de Junho mas só noticiada a 23. Segundo o Público de ontem, foi a própria que assim decidiu. Tão discreta na morte como na vida.
Porque Irisalva Moita não era só aquela cavaleira andante do património, algo mítica e excêntrica, que o obituário de Luís Miguel Queirós tão bem captou. Era uma investigadora rigorosa e incansável, capaz de escrever com a mesma seriedade sobre castros pré-romanos e caricaturas do Zé Povinho. Foi a Lisboa, porém, que dedicou quase toda a sua obra, dispersa por artigos, catálogos de exposições e relatórios de campanhas arqueológicas. A coordenação do Livro de Lisboa, a melhor síntese da história da cidade à conta da Expo 98, foi um marco excepcional para quem preferia o trabalho no terreno. Ainda bem: o seu olhar próximo e apaixonado iluminou todos os recantos do passado lisboeta a que deitou a mão. Pode dizer-se, sem exagero, que há uma história de Lisboa antes de Irisalva e outra depois.
Foi ela que dirigiu as escavações pioneiras do Teatro Romano, do Hospital de Todos-os-Santos e da Casa dos Bicos. Os textos sobre a devoção a Santo António ou a São Vicente, sobre a cidade pombalina ou quinhentista, sobre o abastecimento de água no tempo de D. João V ou a faiança de Rafael Bordalo Pinheiro, tornaram-se uma referência obrigatória para os especialistas. Mesmo que, aqui ou ali, tenham envelhecido um pouco.
O culto de São Vicente na capital, por exemplo, um caminho que ela abriu com Aires Nascimento e eu me limitei a seguir com outros, talvez não fosse tão régio e aristocrático como nos ensinou e todos repetimos um dia; talvez fosse, acredito-o hoje, um símbolo de resistência cultural dos moçárabes, essa minoria cristã de rito hispânico marginalizada por mouros e católicos.
Para chegar aqui, contudo, tive que ser guiado por ela. A tempo de agradecer-lhe.
publicado por Pedro Picoito às 22:30 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

O ciclotímico

Animal feroz, coração partido. Indiferente a linhas editoriais, furioso com linhas editoriais. Berros ameaçadores, sussurros ternurentos. Não está a par de nenhum negócio da PT, está a par daquele negócio da PT. Não interfere em negócios privados, interfere num negócio privado. Sim, são insultos, não, são manifestações de desconforto. Era o que faltava que o governo se deixasse influenciar pela rua, é claro que o governo deve ouvir os sinais de descontentamento. Animal feroz, coração partido.
publicado por Carlos Botelho às 22:15 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Nave dos loucos

No i da última quarta-feira, escrevi que o bom senso não dava trabalho a São Bento. Foi o understatement do ano. Desde o debate parlamentar, o Governo parece ter-se transformado (sem ofensa) numa nave dos loucos.
publicado por Paulo Tunhas às 19:18 | comentar | partilhar

A negociata da PT

José Sócrates não tinha outra opção. Depois das vozes de repúdio que se ouviram na sociedade portuguesa, o governo anunciou que iria vetar a compra de 30 por cento da Media Capital por parte da PT. Curioso foi o motivo que Sócrates utilizou para este veto: "não haja a mínima suspeita" de que a operação "se destina e qualquer alteração da linha editorial". José Sócrates deveria ter dito que não se justifica que o Estado aumente a sua posição em meios de comunicação social, tal como defendia em 2004. E não por motivos de defesa da imagem do seu governo. Será que é para isso que serve a posição do Estado na PT? Para defender os caprichos políticos do governo?

Também não deixará de ser curioso ler as reacções daqueles que ainda ontem "berravam" por ai que este era um negócio privado, e que o governo nada tinha a ver com ele. Se o era exclusivamente privado, qual a razão para o governo o vetar? Continuo a pensar que eles pensam que as pessoas são parvas, e que podem fazer tudo o que lhes apetece...

Esta história mostrou que o Estado deve-se livrar rapidamente desta Golden Share, e deixar o mercado funcionar livremente. Não faz sentido manter este poder numa empresa privada, que nunca o será totalmente enquanto esta situação se mantiver.
publicado por Nuno Gouveia às 14:02 | comentar | ver comentários (9) | partilhar

Premonições...

publicado por Fernando Martins às 11:51 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Simplicidade e autenticidade no discurso político

Estou fora de Portugal. Só hoje vi a entrevista de Manuela Ferreira Leite à SIC. Já muito se escreveu sobre o tema, inclusive aqui no Cachimbo. Quero apenas acrescentar o seguinte. Chamou-me a atenção o modo autêntico como a líder do PSD respondeu às perguntas que lhe são colocadas. Talvez sem a mesma fluência e rapidez de outros líderes políticos. Mas nota-se um esforço real por ouvir as perguntas e por responder (mesmo) às questões. Não apenas "meter a cassete" do partido ou dar resposta típica do politiquês dominante. Ao contrário do que alguns diziam, há poucos meses atrás, considero MFL uma boa comunicadora política. Consegue mesmo simplificar alguns temas e tornar as mensagens acessíveis a grande parte da população, que não domina a linguagem económica ou política. Estou a lembrar-me, por exemplo, das respostas sobre o défice ou sobre os impostos. Essa é uma grande vantagem para chegar à grande maioria dos portugueses que -nunca devemos esquecer- não lê jornais, muito menos blogues e não vê a SIC Notícias. Penso que estes factores já se fizeram sentir nas eleições europeias e podem ser capitalizados pelo PSD nas legislativas. Em tempos de crise. E sobretudo quando do outro lado está alguém que não tem a autenticidade como uma das suas principais características.
publicado por Paulo Marcelo às 00:07 | comentar | ver comentários (5) | partilhar
Quinta-feira, 25.06.09

Tunhas e Tocqueville

É ler aqui o texto do nosso camarada Paulo Tunhas.

Nota: Não fosse o ABC do PPM, e o Cachimbo teria passado ao lado do acontecimento. Ouviste, Paulo Tunhas?
publicado por Miguel Morgado às 21:28 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Relembrar José Sócrates

Num debate promovido pelo grupo parlamentar socialista sobre concentração dos media, José Sócrates explicou que o projecto visa "proibir" que o Estado "directa ou indirectamente" detenha participações em meios de comunicação social, exceptuando-se esta regra ás empresas que compõem o chamado "serviço público" (RTP, RDP e Lusa).

"Fomos aprendendo muito ao longo do tempo" e "nunca nos passou pela cabeça que a PT pudesse ser uma empresa tão instrumentalizável", disse o líder socialista para justificar o facto de ter sido num Governo do PS (o segundo liderado por António Guterres) que a PT comprou a Lusomundo. Nessa altura - acrescentou ainda - "fazia sentido que empresas ligadas à distribuição tivessem também conteúdos".

Esta era a posição de José Sócrates em 2004. A isto chamo falta de decência na vida pública.
publicado por Nuno Gouveia às 17:53 | comentar | ver comentários (8) | partilhar

Batatas?

O presidente da Associação Comercial do Porto mostra-se incomodado com as declarações recentes de Cavaco Silva a respeito da possível compra dos 30% da Media Capital pela Portugal Telecom: 'Acho mal que o Presidente da República se manifeste sobre estas questões empresariais.' Parece que é 'excessivo e desadequado' que se faça uma 'conotação política' de 'um negócio louvável por parte da PT'.
Imagino que o primeiro-ministro também achará "louvável" o tal negócio - presumo que por razões diferentes das de Rui Moreira. Mas o que este parece esquecer é que não estamos aqui perante uma mera, simples, inócua, "questão empresarial" - é, portanto, escusado vir com este lamento pela ameaça à liberdade da iniciativa empresarial ou coisa que o valha. Não se trata aqui de um indiferente negócio de batatas. E nem é preciso fazer uma "conotação política" - um negócio destes, com os seus intervenientes e implicações, já é político até à medula.
publicado por Carlos Botelho às 16:18 | comentar | ver comentários (5) | partilhar

O Que É Que a TVI Tem Que Nós Não Temos?

Confesso que me sinto profundamente desiludido e humilhado pelo facto da PT ainda não ter feito qualquer oferta pelo capital do "Cachimbo de Magritte". Afinal, o que é que a TVI tem que nós não temos?
publicado por Fernando Martins às 15:29 | comentar | ver comentários (5) | partilhar

O ataque à política de verdade

O artigo de João Cardoso Rosas, que o i publica hoje, é mais um ataque sem sucesso à “política de verdade” de Manuela Ferreira Leite. Há uma diferença enorme entre um discurso que diz “Nós estamos na posse da verdade” e um discurso que diz “Nós consideramos que a verdade é um bem que tem sido desvalorizado e é imperativo que a política o recupere”. É um pouco como a definição de filósofo, um homem que não é sábio porque detém a verdade, mas antes porque reconhece que deve perseverar na sua busca. A entrevista de Manuela Ferreira Leite na SIC não tem nada a ver com a “posse da verdade”, a “totalidade da verdade”, a “verdade absoluta” e o “monopólio da verdade” que João Cardoso Rosas repete ad nauseam (para usar uma expressão que lhe é grata) no artigo que assina. Depois, como o próprio indica, “em democracia existe sempre um conceito e o seu contrário.” E na conjuntura política actual, o conceito é a “política de verdade” de Manuela Ferreira Leite e o seu contrário é a “política do espectáculo” de Sócrates. Quando João Cardoso Rosas, com o propósito de ilustrar a ameaça da “política de verdade” de Manuela Ferreira Leite, faz uma alusão aos dois totalitarismos modernos, limita-se a mostrar que, também ele, favorece o “espectáculo” em detrimento da “verdade”. É claro que, depois do mal feito, o professor de teoria política tem de dar um passo atrás e dizer: “Trata-se de dois casos extremos e não equiparáveis ao do PSD de Ferreira Leite, como é óbvio”. Sim, é óbvio. Mas a mensagem fica. Tal como ficou a série infinita de sessões de propaganda do PS a apresentar medidas que os portugueses puderam assistir pela TV mas que em lado nenhum foram implementadas. Quando o cartaz da "política de verdade" de Manuela Ferreira Leite saiu à rua, os especialistas em marketing político consideraram-no deprimente. Com a vitória do PSD nas Europeias, os amigos do PS e um ou outro inimigo "interno" apressam-se a tentar descredibilizar o slogan. Suspeito que os portugueses estão cada vez mais convencidos que é mesmo uma "política de verdade" que o País precisa a partir de Outubro.
publicado por Nuno Lobo às 13:12 | comentar | ver comentários (8) | partilhar

A mentira da verdade de João Cardoso Rosas

«Há que dizer duas coisas sobre o papel da verdade num regime democrático. A primeira tem a ver com a verdade em sentido empírico, ou factual. Esta é extremamente importante. Mas não é sério atribuir-se a si mesmo a totalidade da verdade e ao adversário a totalidade das mentiras. Qualquer generalização deste tipo é inaceitável. Quando se detecta alguma mentira factual no adversário é necessário expô-la e prová-la, caso a caso. Em segundo lugar, a democracia não é um regime consentâneo com a ideia de uma verdade absoluta em sentido político-normativo. Em democracia admite-se o pluralismo, e com ele a ideia de que nenhum partido detém a totalidade da verdade política.» João Cardoso Rosas, hoje no i
Na sua crónica de hoje, João Cardoso Rosas refere-se ao PSD e ao seu slogan ‘política de verdade’ de modo a construir a sua argumentação sobre os perigos de um partido achar-se o portador de toda a Verdade numa democracia liberal e plural (ver excerto acima). Ora Cardoso Rosas comete aqui um erro importante de interpretação: ‘política de verdade’ não significa 'a política da Verdade’. Dito de outra forma, o slogan do PSD pretende essencialmente insistir na seriedade com que se faz política no PSD, e não reivindicar qualquer tipo de monopólio da Verdade na política. Mais ainda, o problema de ‘monopólio’ nem se coloca, não dando o slogan do PSD a entender que seria o único partido em Portugal a ser sério na política.
João Cardoso Rosas optou por uma interpretação um pouco primária e duvidosa, provavelmente porque esta favorecia a construção do seu argumento. Não acredito que João Cardoso Rosas, sendo um dos grandes académicos da teoria política em Portugal, não se apercebesse da falácia do seu argumento, de tão evidente que é, pelo que deduzo que terá sido voluntário. O que só por si já nos diz muito. Esperemos que ele tenha caído na tentação de conseguir uma crónica sonante, e que nada disto tenha a ver com agendas políticas.
publicado por Alexandre Homem Cristo às 13:01 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Pouca terra


Agora que parece que a decisão sobre o TGV Lisboa - Madrid foi suspensa até Outubro talvez haja tempo para se responder as algumas questões:

1- Sabendo que Madrid fica a uma latitude a norte de Coimbra porque é que o TGV Lisboa Madrid desce até Evora que fica na latitude de Setúbal ?
2- Se a latitude de Madrid fica a mais de 200 km a norte da latitude de Lisboa porque é que os primeiros 30 Kilometros de linha são em direcção ao sul ?
3- Se de Lisboa a Madrid por estrada são 600 Km porque é que a linha de TGV vai ter 670 Kilometros?
4- Se tanto Lisboa como Madrid ficam a norte do Tejo porque é que é necessário construir uma ponte ferroviária para passar o Tejo em Lisboa ?
5- Se é suposto os comboios na nova linha andarem a 350 Km por hora porque é que são anunciadas viagens entre Lisboa e Madrid de 2.50 ?
publicado por Pedro Pestana Bastos às 10:38 | comentar | ver comentários (13) | partilhar
Quarta-feira, 24.06.09

O problema TVI

Talvez agora se perceba melhor a razão do governo ter feito questão em não se livrar da Golden Share da PT. Alguém acredita que a Administração da PT tivesse avançado para a compra de 30 por cento da Media Capital sem abordar o assunto com o governo? José Sócrates anda mesmo a brincar com os portugueses...
publicado por Nuno Gouveia às 23:19 | comentar | ver comentários (10) | partilhar

Uma relação turbulenta com a verdade, parte mil e vinte e três

Manuela Ferreira Leite foi magistral, hoje, na entrevista à SICN com a Ana Lourenço, a desmascarar as, que eufemismo empregar?, as ligeiras deslealdades à verdade que por sua culpa, sua grande culpa o nosso inimitável PM comete. Como é óbvio, o detentor de uma golden share na PT não pode não saber dos negócios em que a PT se pretende envolver. Ninguém, mesmo com boa vontade, acredita no que disse o PM. Como é óbvio, o nosso PM não pode estar a concretizar todas as medidas de assistência social para minorar os efeitos da crise: o dinheiro não consta do orçamento, não vem das organizações que distribuirão as várias linhas de 'assistência', logo vem não se sabe de onde que é o mesmo que dizer que não vem de lado nenhum.
publicado por Maria João Marques às 23:11 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Cachimbos

O Cachimbo de Magritte é um blogue de comentário político. Ocasionalmente, trata também de coisas sérias. Sabe que a realidade nem sempre é o que parece. Não tem uma ideologia e desconfia de ideologias. Prefere Burke à burqa e Aron aos arianos. Acredita que Portugal é uma teimosia viável e o 11 de Setembro uma vasta conspiração para Mário Soares aparecer na RTP. Não quer o poder, mas já está por tudo. Fuma-se devagar e, ao contrário do que diz o Estado, não provoca impotência.

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