Terça-feira, 03.08.10

Ilha de Moçambique (iii)

Espectros roubados daqui. Abrir e ver.
publicado por Jorge Costa às 12:03 | comentar | partilhar

Life explained

On the first day, God created the dog and said: 'Sit all day by the door of your house and bark at anyone who comes in or walks past. For this, I will give you a life span of twenty years.' The dog said: 'That's a long time to be barking. How about only ten years and I'll give you back the other ten?' So God agreed.
On the second day, God created the monkey and said: 'Entertain people, do tricks, and make them laugh. For this, I'll give you a twenty-year life span.' The monkey said: 'Monkey tricks for twenty years? That's a pretty long time to perform. How about I give you back ten like the Dog did?' And God agreed.
On the third day, God created the cow and said: 'You must go into the field with the farmer all day long and suffer under the sun, have calves and give milk to support the farmer's family. For this, I will give you a life span of sixty years.' The cow said: 'That's kind of a tough life you want me to live for sixty years.. How about twenty and I'll give back the other forty?' And God agreed again.
On the fourth day, God created humans and said: 'Eat, sleep, play, marry and enjoy your life. For this, I'll give you twenty years.' But the human said: 'Only twenty years? Could you possibly give me my twenty, the forty the cow gave back, the ten the monkey gave back, and the ten the dog gave back; that makes eighty, okay?' 'Okay,' said God, 'You asked for it.'
So that is why for our first twenty years we eat, sleep, play and enjoy ourselves. For the next forty years we slave in the sun to support our family.. For the next ten years we do monkey tricks to entertain the grandchildren.. And for the last ten years we sit on the front porch and bark at everyone.
Life has now been explained to you.
publicado por Paulo Marcelo às 09:49 | comentar | ver comentários (1) | partilhar
Segunda-feira, 02.08.10

Neil Diamond & The Band: "Dry Your Eyes" in The Last Waltz



Nota: Não me lembro do ano. Mas também não me vou levantar para a encontrar no triplo vinil que, há décadas, religiosamente guardo.
publicado por Fernando Martins às 23:20 | comentar | partilhar

Grande Finale (31)

A Mãe, Vsevolod Pudovkin, 1926

publicado por Carlos Botelho às 21:30 | comentar | partilhar

Quem são estas pessoas?

Ouvi agora na televisão um tal de Presidente de uma Associação de Pais a falar de submarinos e afins, no meio da sua defesa da proposta miserável da Ministra Alçada. Será normal isto?
publicado por Nuno Gouveia às 18:34 | comentar | ver comentários (9) | partilhar

A via da dissimulação


Para além do absurdo das propostas de Isabel Alçada, sobre o qual escrevi hoje aqui, não deixa de ser fascinante como os dois Governos de Sócrates procuraram, na Educação, aplicar medidas isoladas em vez de fazer uma grande reforma do Ensino. É elementar que propostas como as das metas de aprendizagem ou como as das mudanças na avaliação, porque mexem no núcleo duro do sistema de ensino, só podem ter sucesso se integradas num pacote de reforma da Educação. Um ponto importante, já que a escolha de políticas isoladas em detrimento de uma grande reforma não é apenas uma questão de detalhe. Uma grande reforma obriga a mais debate, maior transparência e mais prestação de contas, enquanto que a via das pequenas medidas, que somadas vão mudando quase tudo, é a da dissimulação. E esta opção será também o legado do PS de Sócrates.
publicado por Alexandre Homem Cristo às 16:41 | comentar | ver comentários (9) | partilhar

Estado e Pudor

Quando lemos o Tomás depois de ler o post do nosso Jorge, dá vontade de dizer a plenos pulmões: isto não vai lá a bem. E é melhor não abusarem da paciência das pessoas com a conversa do neoliberalismo surripiador da sopa dos pobres. É que o pudor é uma coisa muito bonita.
publicado por Miguel Morgado às 16:26 | comentar | partilhar

Caluda

publicado por Jorge Costa às 13:42 | comentar | ver comentários (6) | partilhar

"Submarino Tridente chega hoje ao Alfeite"*


Título do jornal Público.
publicado por Fernando Martins às 11:20 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Foram opções socialistas (sobre as restrições desde ontem em vigor no acesso aos apoios sociais)

publicado por Jorge Costa às 10:19 | comentar | partilhar
Domingo, 01.08.10

Combate de Blogs - 17º

Agradeço ao Rodrigo, ao Tomás Vasques, à Ana Matos Pires e, naturalmente, ao Filipe Caetano a paciência que tiveram para me aturar neste programa.

publicado por Miguel Morgado às 23:18 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Ilha de Moçambique (ii)

Não creio - mas posso estar enganado - que existam restos de arquitectura e ornamentação manuelina noutras partes do mundo, além da Ilha de Moçambique e, claro, Portugal. Talvez alguém um dia conte a história desta ilha. Talvez não. Clique em cima para ver melhor. E não chore.

Fotografia roubada daqui.
publicado por Jorge Costa às 18:34 | comentar | ver comentários (8) | partilhar

Discos que giram ao domingo (10)


Tenhi - Kauan

Ano: 1999
Origem: Finlândia
Género: ambient / folk



publicado por Alexandre Homem Cristo às 17:00 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Opinião pública?

Não é improvável que alguma postura crítica de Obama, como aqui reportada, em relação a Abbas e à Autoridade Palestiniana, tenha a ver com a opinião pública, mais do que outra coisa qualquer. De acordo com uma sondagem Gallup, a opinião favorável a Israel está a um dos níveis mais altos de sempre, 67%, só recentemente equiparável ao da Guerra do Golfo em 1991. Ver aqui o resto.
publicado por Jorge Costa às 16:23 | comentar | partilhar

Médio Oriente, floresta de enganos, gato-sapato, mente-me que eu gosto


No dia 11 de Agosto de 2006, o Conselho de Segurança das Nações Unidas votava por unanimidade a resolução 1701 que:

1. Exigia o fim imediato das hostilidades entre Israel e o Hezbollah no Sul do Líbano;
2. Apelava ao Governo libanês para deslocar forças para o Sul, em conjunto com contingentes militares das Nações Unidas (UNIFIL), à medida que as Forças de Defesa de Israel se retirariam.

E, depois de uma vasta série de apelos e promessas, «decidia» no seu ponto 15º que:
- «Todos os Estados tomarão as necessárias medidas para impedir que, pelos seus nacionais, ou a partir dos seus territórios, ou usando os seus navios com pavilhão nacional, ou os seus aviões, se processe a venda, ou o fornecimento a qualquer entidade ou indivíduo no Líbano, de armamento ou material relacionado de qualquer tipo, incluindo armas e munições, veículos militares, etc.»

A resolução, colocando responsabilidades especiais nas Nações Unidas, e muito em particular no seu secretário-geral, no que se refere às garantias da sua execução, estava condenada a transformar-se em mais um pedaço de papel sem outras consequências que não a manutenção do statu quo ante, reabrindo campo ao Hezbollah para continuar a acumular armamento e forças no Sul do país, em preparação para um segundo round. Em todo caso, nolens volens, dois dias depois o Conselho de Ministros israelita endossava-a por unanimidade também. Hoje, o Hezbollah, com ajuda da Síria, mas sobretudo do Irão, possui 40 mil mísseis de curto, médio e longo alcance e 20 mil homens deslocados para o sul do Rio Litani, isto é, na fronteira com Israel.

Além disso, em clamorosa violação da resolução, no que ao papel do Governo libanês em todo o processo respeitava, o Hezbollah recebeu, em Dezembro último, sanção parlamentar para manter as suas forças, «legalizando-se» assim a situação do movimento terrorista, sem responsabilidades perante as instâncias internacionais, interposta força do Irão e da Síria, actuando como exército normal num Estado que não o é.

Não vale a pena recuar aos idos de 1949 e aos termos dos armistícios que a Comunidade Internacional não quis ou pôde garantir, ou aos compromissos que as Nações Unidas não souberam ou puderam respeitar e estiveram na origem próxima da guerra de 1967, para referir apenas alguns dos casos mais críticos. Serve apenas esta pequena história relatada em cima, mais próxima de todos nós, para lembrar quanto a complacência internacional perante os avanços de organizações terroristas, cujo imediato (mas não último) e não negociável objectivo é a destruição do Estado de Israel, impede que Israel possa, com segurança e garantias internacionais, avançar para um processo de paz, sem que, uma vez mais, o «processo de paz» se transforme na instalação, nas suas imediações, das forças por via das quais age o eixo sírio-iraniano, pelos vistos acrescido de um terceiro e poderoso factor: o turco.

Neste sentido, as declarações recentes de Cameron, como toda a orientação da Administração Obama vem sendo, foram um importante passo atrás na criação de condições e garantias para que Israel - e não só - possa ousar a paz, sem que ela se transforme no seu cemitério. Não espanta que Abbas faça da administração norte-americana gato-sapato. Abbas sabe também que, sem distinções claras e garantias, só pode perder. A maré não o favorece e, perante o perigo de ultrapassagem pelo Hamas, que soma vitórias como a que Cameron lhe concedeu em Ankara, também não se faz ao mar incógnito. Esperará, assim, por Setembro, data em que termina a moratória israelita sobre a construção na margem ocidental, para dar passos. Se der. Logo se vê.
publicado por Jorge Costa às 11:26 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Cachimbos

O Cachimbo de Magritte é um blogue de comentário político. Ocasionalmente, trata também de coisas sérias. Sabe que a realidade nem sempre é o que parece. Não tem uma ideologia e desconfia de ideologias. Prefere Burke à burqa e Aron aos arianos. Acredita que Portugal é uma teimosia viável e o 11 de Setembro uma vasta conspiração para Mário Soares aparecer na RTP. Não quer o poder, mas já está por tudo. Fuma-se devagar e, ao contrário do que diz o Estado, não provoca impotência.

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