Segunda-feira, 28.05.12

Fim do euro (37) Congelamento de pagamentos na Grécia

Os cidadãos gregos estão a votar com a carteira na saída do país do euro. Para ler na íntegra:

 

Together the rise of the black economy and the freeze in payments, the clearest sign of disintegration is in public revenue collection. After showing a timid rise in the beginning of May, it nosedived right after the May 6 elections. By May 20 the fall was in the order of 20 percent, with taxpayers putting off paying dues and the practice of discounts for not issuing a receipt spreading even to the catering sector.

publicado por Pedro Braz Teixeira às 18:04 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

As redes sociais não são espaços privados

As redes sociais trouxeram o quotidiano das pessoas para a praça pública. Muitas vezes me questiono como é possível o nível de exposição pública que algumas pessoas exibem nas redes sociais. Se estivesse a falar de adolescentes, até seria aceitável mas condenável: muitos não fazem ideia dos riscos que correm, não sabem que certos comportamentos online podem afectar a sua vida futura ou não têm sequer a noção de privacidade. Aí a responsabilidade de acautelar certos comportamentos reside sobretudo nos pais. Mas quanto muitos adultos utilizam as redes sociais para verterem ódio irracional, utilizar o insulto ou verborreia verbal como forma de expressão, algo vai mal. Além de prejudicarem a sua imagem perante terceiros, estarão porventura a exporem-se à crítica social. Mais grave é quando são pessoas com responsabilidades públicas. 

 

Ontem uma jornalista teve um deslize no Twitter, utilizando um palavrão para descrever o ministro Miguel Relvas, saco de boxe nos dias que correm (caso a que a Maria João já aludiu aqui). Rapidamente a jornalista terá percebido o erro e apagou o tweet. Este caso é apenas um exemplo de muitos exageros que se cometem nas redes sociais. As pessoas têm de perceber que uma rede social não é um espaço privado onde se fala como se estivesse num café com um grupo de amigos. É óbvio que depende sempre do bom senso de cada um, mas profissionais que lidam com a opinião pública, como políticos, jornalistas ou empresários, por exemplo, têm ainda uma responsabilidade acrescida. Todos são livres de dizer o que pensam e da forma que entendem, mas depois não se podem queixar que terceiros os critiquem ou que lhes apontem o dedo. Há muito que as redes sociais (e também os blogues) são espaços públicos e que exigem um certo cuidado no modo de expressão. Profissionais do sector da comunicação há muito que o sabem. Todos os outros também o deviam saber. 

publicado por Nuno Gouveia às 17:59 | partilhar

Revisitando a História

A filha de Isabel do Carmo publicou um livro intitulado Mulheres de armas. A edição reúne o testemunho de catorze mulheres que participaram ativamente nas manobras das Brigadas Revolucionárias contra a ditadura no início da década de setenta do século passado: colocar bombas, rebentar petardos com panfletos de propaganda política, assaltar bancos… Trata-se de um movimento inserido na história da luta anti-fascista em Portugal. É verdade. Mas espero que esta publicação não se traduza numa tentativa revisionista da história; num reducionismo da realidade do movimento. As Brigadas Revolucionárias, o Partido Revolucionário do Proletariado, não se inserem apenas na história anti-fascista, mas também numa cultura de certa forma anti-democrática (entendendo-se Democracia pelo sistema parlamentar implementado no pós-25 de Abril).

 

Com efeito, parece-me redutor apresentar as Brigadas Revolucionárias como um movimento de luta contra o fascismo no qual as mulheres já assumiam algum protagonismo político. Convém não esquecer que o PRP-BR deu origem às FP-25 já depois da revolução dos cravos. A sua atividade contribuiu de certa forma para que Abril não tenha sido só cravos. Além disso, tirando o romântico fervor e a adrenalina indelével às ‘armas’, este movimento constitui um grupo de pessoas a quem a história passou ao lado. Para eles, ao Portugal pós-Abril, só duas alternativas se colocavam: uma ditadura de direita; ou uma de extrema-esquerda, a qual queriam construir, provavelmente sem saberem definir e estruturar muito bem em que moldes. A história encarregou-se de mostrar a falsidade das suas profecias. De resto, estas crónicas, algumas das quais bem engraçadas e divertidas, contadas na primeira pessoa daquelas que deram vida a este movimento – o qual teve, aliás, pouca representatividade por todo o país – é o que apenas resta desta ingenuidade política.

publicado por Andreas Lind às 15:11 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ministro amputado?

Não obstante o caso das pressões de Miguel Relvas a uma jornalista do Público não ter os contornos sinistros que inicialmente se pensou e ser, assim, menos grave, o ministro não deixa de estar numa situação insustentável dada a sucessão de casos que lhe são associados - crónica da Antena 1, excessiva casualidade e excessivas contradições no 'caso das secretas', pressões ao Público - e dado o 'esclarece, não esclarece' a que Relvas e o PSD se têm dedicado. E é precisamente por não estarmos em tempos de velocidade de cruzeiro que não nos podemos dar ao luxo de ter no governo um ministro amputado na legitimidade. O governo vai fazer um ano e ainda estão por iniciar reformas que diminuam de forma estrutural a despesa pública, dando lugar a questões sobre as reais vontade e capacidade do governo de as iniciar (e concluir). Com ministros diminuídos é que, com certeza, não tentarão qualquer reforma.

 

Nota: não defendendo a jornalista nem as suas palavras, só espero que quem tenha montado este vídeo não o tenha feito enquanto recebendo um ordenado pago pelos contribuintes. Por estes dias há melhor uso a dar ao dinheiro dos contribuintes apropriado, em montantes absurdos, pelo estado.

publicado por Maria João Marques às 13:37 | comentar | ver comentários (6) | partilhar

Portugal Romano

A revista online com este nome , uma excelente iniciativa dedicada à arqueologia romana em território português, já vai na terceira edição. Vale a pena conhecê-la.

publicado por Pedro Picoito às 11:59 | comentar | partilhar

Crónicas da Renascença: A Oriente algo de novo*


Perante o alheamento das opiniões públicas europeias, incapazes de seguir um tema de política internacional durante mais do que os famosos quinze segundos, a Primavera Árabe atravessa agora dois testes decisivos.

O primeiro é a eleição presidencial no Egipto. Quase ano e meio depois do início da revolução, passaram à segunda volta Mohamed Morsi, do Partido Justiça e Liberdade (braço político da Irmandade Muçulmana), e Ahmed Shafik, o último Primeiro-Ministro do deposto Mubarak. Não é apenas uma ironia que o futuro Presidente egípcio venha a ser um fundamentalista islâmico ou um destacado membro do antigo regime: é preocupante. A Irmandade Muçulmana, que já ganhou as eleições legislativas, disse sempre que não concorreria à chefia do Estado, mas mudou recentemente de ideias. Caso vença as presidenciais, concentrará em si os poderes executivo e legislativo (além da influência social que tem num país de esmagadora maioria muçulmana). O que fará a seguir? Irá respeitar a democracia e a laicidade ou tentará impor uma forma qualquer de teocracia corânica? O Egipto será uma nova Turquia ou um novo Irão?

De momento, ninguém sabe responder - talvez nem os próprios islamistas - , mas não restam dúvidas de que o futuro da Primavra Árabe passa pelas margens do Nilo nas próximas semanas.

Como passa também, de modo ainda mais dramático, pela Síria, onde Bashar al-Assad parece estar a dominar, à lei da bomba e do terror, a revolta contra o regime. Uma revolta em tudo semelhante à que derrubou Khadafy, na Líbia - excepto quanto à intervenção da NATO. Se Assad vencer, será o primeiro caso de um conflito provocado pela Primavera Árabe que não leva a mudanças democráticas, mesmo que superficiais, mas a um endurecimento da ditadura existente. Com a agravante de a guerra civil estar a contagiar o Líbano, sempre sujeito às oscilações de humor do seu poderoso vizinho.

Eis um péssimo sinal para a democracia na região. A história nunca é um caminho linear. E o dominó da Primavera Árabe não é uma via de sentido único.

 

*27/5/2012
publicado por Pedro Picoito às 11:22 | comentar | ver comentários (10) | partilhar

Um reparo

Não consta que a França tenha tido grandes preocupações com a educação das crianças do Níger, nas décadas de colonização francesa - não tanto quanto tem agora com a exploração de urânio, de que necessita para as suas centrais nucleares. Talvez Madame Lagarde queira sugerir um reparo.

publicado por Victor Tavares Morais às 00:20 | comentar | ver comentários (5) | partilhar
Domingo, 27.05.12

Parabéns ao Banco Alimentar!

 

 

Parabéns ao Banco Alimentar! Parabéns às centenas de voluntários que contribuíram para mais uma Campanha! Parabéns à Isabel Jonet!

O aumento das quantidades doadas pelos portugueses ( 18% às 18h00 de Sábado) é um bom exemplo da importância da seriedade e da transparência. Quando tal acontece, todos aderem!

Bom exemplo também (espera-se) para aqueles que ainda não perceberam que é pelo exemplo que se consegue mobilizar e envolver pessoas e vontades. Somos todos exemplo para os outros e só podemos pedir ajuda e esforço se começarmos nós mesmos a dar testemunho.

publicado por Vasco Mina às 15:28 | comentar | ver comentários (1) | partilhar
Sábado, 26.05.12

O regresso à Natureza (David Hockney)

É considerado pela crítica o maior pintor inglês vivo e senhor de uma extraordinária energia vital. Está numa fase, que ele próprio intitula, pós-fotográfica – denuncia que quase tudo o que nos tem sido mostrado nos últimos 70 anos (depois da última Grande Guerra) teve a intermediação de lentes, esse artefacto físico limitador de entendimentos maiores. Sentia-se vazio e quis voltar a algo mais verdadeiro, mais poderoso, deveras ilimitado – a Natureza – mas agora sem lentes, para uma maior amplitude. Deixou a Califórnia e regressou a Inglaterra, aos campos e florestas de Yorkshire, onde viveu a sua infância. Durante 7 anos pintou paisagens rurais, vezes sem conta, paisagem após paisagem, por vezes a mesma paisagem mas em diferentes estações do ano. Trabalhou que nem um louco e produziu algo monumental, são mais de 190 obras que estão desde a semana passada expostas no Museu Guggenheim em Bilbao (Espanha), até ao dia 15 de Setembro. “Una visión más amplia” é o nome da exposição.

 

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publicado por Victor Tavares Morais às 19:26 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Quando Se Zangam as Comadres…

Os “casos” (de vária natureza, ordem e feitio) crescem diariamente e basta olhar para as primeiras páginas dos jornais e para muitos dos blogs. São políticos, jornalistas, empresários, advogados, gente que está no poder, gente que esteve no poder, da direita, da esquerda… Pouco ou nada se sabe, em cada um dos casos, do que verdadeiramente aconteceu (se é que aconteceu)… Mas sabe-se que (afinal) muitos se contactavam ou falavam quando (aparentemente) mal se conheciam…

 

O Pacheco Pereira referia-se, na “Quadratura do Círculo”, à promiscuidade entre políticos e jornalistas. A Maria João Marques, hoje, aqui no Cachimbo alertava também para um caso bem conhecido. Num país pequeno como o nosso é quase uma fatalidade. E não apenas entre políticos e jornalistas. Faz falta a noção e a vivência de fronteira. Quando esta não existe temos um “caldo” que é, aparentemente, saboroso quando tudo está bem mas quando a sopa azeda fica tudo estragado. Ou, como diz a sabedoria popular, “quando se zangam as comadres…”

 

A zanga das comadres tem muitas e óbvias vantagens. O problema é que as comadres também acrescentam pontos e às tantas não temos contos mas sim “casos”…

publicado por Vasco Mina às 14:59 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Grande Finale (165)

 

Le Mépris, Jean-Luc Godard, 1963

publicado por Carlos Botelho às 00:00 | comentar | partilhar
Sexta-feira, 25.05.12

Ou de como "o caso secretas" se tornou "o caso Relvas"

Era óbvio, para qualquer pessoa não sujeita a tribalismos adolescentes ou ingenuidades serôdias, que a versão de Miguel Relvas sobre as mensagens trocadas com Jorge Silva Carvalho tinha mais buracos do que um queijo suíço. A versão ou as versões. Porque, de cada vez que o ministro-adjunto abre a boca para tocar no assunto, aparecem novos pormenores incoerentes.

Tome-se, por exemplo, o já célebre clipping "Bush visita o México. Fonte:Reuters". Primeiro, Relvas "não tinha ideia" de alguma vez ter recebido tal coisa de tal fonte. Depois, na audição parlamentar da semana passada, já se lembrava muito bem de tal coisa vinda de tal fonte e até, ó prodigiosa memória, que tal coisa teria sido a primeira mensagem de tal fonte. Ontem, na ERC, afinal tal coisa era apenas um exemplo em abstracto do tipo de mensagens não solicitadas a, mas enviadas todos os dias por, tal fonte.

Talvez Relvas acredite mesmo que não está a insultar a inteligência de dez milhões de portugueses, mas parece-me que o problema é outro. Chama-se amadorismo. Puro e simples. Ao menos Sócrates, quando mentia (e mentia muito), era um profissional. Foi por isso que durou sete anos. Veremos quanto tempo dura Relvas. E Passos Coelho, já agora. Só por cegueira se pode pensar que o Primeiro-Ministro, ao manter a "confiança política" no número 2, será poupado aos efeitos colaterais da sua pífia criatividade.

publicado por Pedro Picoito às 20:52 | comentar | ver comentários (9) | partilhar

In the 90's (LXI)

Uma das bandas mais importantes da música electrónica dos anos 90, aqui com a participação de Noel Gallagher. 

publicado por Nuno Gouveia às 20:29 | comentar | partilhar

Cachimbos de lá


Cornelius Gijsbrechts, Natureza-morta com auto-retrato, c. 1670.
publicado por Pedro Picoito às 19:38 | comentar | partilhar

Incompatibilidades jornalísticas

Se afinal Miguel Relvas ameaçou revelar sobre a jornalista do Público que investigava as suas relações com o denominado 'caso das secretas' algo que não traz qualquer embaraço e até é do conhecimento geral (além do blackout, e da queixa à ERC e aos tribunais), confesso que não vejo motivo para tanto alarido. Diferente seria se Miguel Relvas pretendesse revelar pecadilhos sexuais da jornalista ou dos que lhe são próximos, a falta de pagamento da segurança social da empregada doméstica, as más notas de um filho ou algo do género e se tivesse obtido essas informações fazendo uso do alto cargo que ocupa. Afinal, os jornalistas não estão acima do escrutínio (desde logo o dos consumidores que escolhem comprar ou não as publicações onde escrevem).

 

Dito isto, também não vejo que incompatibilidade teria a jornalista, por ter uma relação sentimental com alguém do PS, em escrever sobre o governo PSD-CDS, ou que embaraço tal lhe traria ou em que medida isso desvaloriza as suas investigações. Os políticos devem ser submetidos a um escrutínio forte e que esse seja feito por espírito de missão ou por azedumes pessoais não me interessa nada desde que o poder seja de facto escrutinado. Incompatível e inaceitável seria que a jornalista escrevesse sobre o seu namorado (ou lá o que é). Tal como incompatível e inaceitável foi uma jornalista ter uma relação com alguém que pertenceu a um governo e ter escrito notícias sobre esse governo sob a capa de imparcialidade - tanto inaceitável para a jornalista como para o jornal que publicou as notícias.

publicado por Maria João Marques às 16:00 | comentar | ver comentários (13) | partilhar

Gonçalo Ribeiro Telles

 

Completa hoje 90 anos de vida. Uma vida dedicada ao seu país, ao seu Rei, à sua Cidade, à sua Terra. Parabéns.

 

publicado por Pedro Pestana Bastos às 14:17 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Até onde Senhor?

 

Com certeza que é justo o princípio de que as dívidas devem ser pagas; não é lícito, porém, pedir ou pretender um pagamento, quando esse levaria de facto a impor opções políticas tais que condenariam à fome e ao desespero populações inteiras. Não se pode pretender que as dívidas contraídas sejam pagas com sacrifícios insuportáveis. Nestes casos, é necessário — como, de resto, está sucedendo em certa medida — encontrar modalidades para mitigar, reescalonar ou até cancelar a dívida, compatíveis com o direito fundamental dos povos à subsistência e ao progresso.

Centesimus annus - dia 1 de Maio do ano de 1991.

 

Estas palavras foram dedicadas pelo Papa João Paulo II em 91 à dívida do Terceiro-Mundo, quando tudo corria bem ao Primeiro-Mundo. Não é justo que nós portugueses, ou mesmo os gregos, nos equiparemos de forma alguma em desgraça aos povos que vivem nesses países, e que tanto preocupavam o Santo Padre. Mas quando nos confrontamos com aqueles que sofrem é difícil justificar uma qualquer gradação. As muitas famílias que nos dias de hoje vivem angustiadas com o desemprego, a perda do lar e algumas sem pão na mesa, desesperam também por respostas que não obtêm. E perguntam:

 - Senhor, quantos temos que ser e que nível de indigência e sofrimento temos nós que atingir, para merecer tão piedoso tratamento? 

publicado por Victor Tavares Morais às 13:01 | comentar | ver comentários (1) | partilhar
Quinta-feira, 24.05.12

Da série "T-shirts políticas"

publicado por Paulo Marcelo às 17:16 | comentar | ver comentários (3) | partilhar
Quarta-feira, 23.05.12

A evolução

 

O aborto nos Estados Unidos  foi legalizado pelo Supremo Tribunal em 1973. Durante muitos anos houve uma maioria favorável a essa decisão, mas nos últimos anos o número de americanos que se dizem pro-life tem subido em contraste com os pro-choice. Neste estudo da Gallup, publicado hoje, o número dos que se dizem favoráveis ao aborto legalizado atinge o valor mais baixo das últimas décadas. Uma tendência a acompanhar. 

publicado por Nuno Gouveia às 21:40 | partilhar

Mas afinal o referendo de 2007 não era para combater o aborto clandestino e tirar as mulheres da cadeia?

Estrangeiras podem estar a vir a Portugal abortar por ser gratuito

 

Há mais procura no Hospital de Loures para abortar do que para ter filhos

 

Perto de 500 mulheres realizaram em 2011 mais do que uma IVG

publicado por Paulo Marcelo às 19:11 | comentar | ver comentários (10) | partilhar

Cachimbos

O Cachimbo de Magritte é um blogue de comentário político. Ocasionalmente, trata também de coisas sérias. Sabe que a realidade nem sempre é o que parece. Não tem uma ideologia e desconfia de ideologias. Prefere Burke à burqa e Aron aos arianos. Acredita que Portugal é uma teimosia viável e o 11 de Setembro uma vasta conspiração para Mário Soares aparecer na RTP. Não quer o poder, mas já está por tudo. Fuma-se devagar e, ao contrário do que diz o Estado, não provoca impotência.

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