Quarta-feira, 05.09.12

ΣΚΟΤΟΣ

Τίμων, (οὐ γὰρ ἔτ᾽ ἐσσί) τί τοι, σκότος ἢ φάος ἐχθρόν;

 ‘τὸ σκότος: ὑμέων γὰρ πλείονες εἰν Ἀίδῃ.’

 

Anthologia Graeca, Epigramas, 7, 317.

publicado por Carlos Botelho às 13:28 | partilhar

Da RTP (9)

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publicado por Carlos Botelho às 00:31 | comentar | partilhar
Terça-feira, 04.09.12

Cachimbo final

André Kertész, Óculos e Cachimbo de Mondrian, 1926.
 

Este é o meu último post no Cachimbo, casa onde fui feliz durante sete anos. Entre as razões da partida, umas são e continuarão a ser apenas do interesse dos meus camaradas de fumo, outras devem-se ao desencanto com a blogosfera política portuguesa, para não dizer com a política portuguesa. A minha actividade na bloga teve um tempo e um modo hoje distantes. Há poucas coisas república lusitana, por estes dias, que me mereçam um comentário, quanto mais uma carga da brigada ligeira. Vou andar por aí, mas num registo mais melancólico: Declínio e queda oblige. Obrigado a todos os que se deram ao trabalho de ler, comentar, lincar ou contrariar estas cachimbadas. Até já.

publicado por Pedro Picoito às 23:46 | comentar | ver comentários (14) | partilhar

A reforma da lei eleitoral autárquica (crónica de um fracasso anunciado)

Sem surpresa PSD e CDS anunciaram o fracasso nas negociações para a apresentação de um projecto comum de reforma da lei eleitoral autárquica.

Cedo se percebeu que o projecto estava condenado ao fracasso.

O PSD defendeu, até ao fim, um  princípio inaceitável que não existe em nenhum sistema democrático ocidental, segundo o qual o presidente do Município seria, sempre, o número um da lista mais votada para a Assembleia Municipal. O CDS naturalmente que não pode aceitar um sistema que impossibilita uma maioria parlamentar de apresentar uma proposta de governo autárquico.

 

Se por exemplo o PS for o partido mais votado mas o CDS e o PSD elegerem a maioria dos deputados municipais e pretenderem apresentar uma solução governativa, não se perceberia que os partidos que formam uma "maioria parlamentar" não pudessem formar um governo autárquico.

 

Um governo, seja nacional seja autárquico, deve estar sustentado numa maioria parlamentar e devemos evitar a constituição de governos minoritários sempre que existam maiorias para governar.

 

Portugal é aliás o campeão dos governos minoritários, e com maus resultado. Por exemplo em Espanha nem sempre é o partido mais votado que governa. Quem governa é quem forma uma maioria que aprova um programa e um executivo. O PNV foi o partido mais votado no País Basco mas não governa. Na Galiza quando Fraga perdeu a maioria deixou de governar passando o Governo para o PSOE que governou com os nacionalistas do BNG.

 

Juntar a eleição da Câmara com a eleição da Assembleia Municipal será um passo positivo mas desde que tal fusão implique uma efectiva dependência política do executivo em relação ao órgão deliberativo que é a Assembleia Municipal.


 

publicado por Pedro Pestana Bastos às 23:24 | comentar | ver comentários (9) | partilhar

Um desafio

 

Imagine que era desafiado para ajudar a resolver o grave problema de dependência energética da UE, mais concretamente do petróleo. E que lhe davam uma indicação e os seguintes dados: concentre-se nos transportes, estes representam a maior fatia do consumo, aproximadamente 60% do petróleo importado, sendo o principal responsável o transporte rodoviário; no volume de combustíveis consumidos no transporte rodoviário os automóveis ligeiros consomem aproximadamente 30% (gasolina) e outros 30% (gasóleo) ficando os veículos pesados com uma fatia de 40% (gasóleo). Sabendo que no total da Europa há quase 230 milhões de veículos, na sua esmagadora maioria ligeiros: por onde começaria a resolver o problema e onde concentraria os seus esforços?

As respostas, parecendo óbvias, podem não ser dignas de um visionário. A pergunta seguinte é mais difícil: o que podemos fazer ?

 

(continua)

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publicado por Victor Tavares Morais às 14:32 | comentar | ver comentários (11) | partilhar

A defesa da uniformidade estatal

 

O texto hoje publicado por Daniel Oliveira (DO) é muito interessante, porque se trata de um exemplo perfeito da defesa da estatização da sociedade em detrimento do pluralismo. A partir de um problema real – o custo para as famílias da aquisição dos manuais escolares –, DO só vê uma solução, que é a defesa de um manual único, elaborado pelo Estado, fabricado pelo Estado, publicado pelo Estado e distribuído pelo Estado. E ele próprio o reconhece, esta sua solução põe em causa o pluralismo (diversidade de manuais), embora tal lhe pareça justificável em nome da maior justeza da sua causa do manual único.

A argumentação de DO sustenta-se numa falsa inevitabilidade. Legitima a sua proposta sugerindo que não há outro caminho para aliviar as famílias desses encargos com os manuais. Só que outras possibilidades existem. Aliás, em nenhum país europeu onde os manuais não têm custos para as famílias, a solução de DO foi adoptada. O que geralmente acontece é que o Estado (através dos municípios ou directamente através das escolas) financia a aquisição dos manuais que a escola escolher utilizar. Fica claro, portanto, que este ataque do DO ao pluralismo na Educação é, antes de tudo, uma opção.

publicado por Alexandre Homem Cristo às 11:28 | comentar | ver comentários (4) | partilhar

Da série "Vale a pena ler"

«Por várias vezes, no decurso das últimas semanas, fui surpreendido por escritos alusivos à História de Portugal da autoria de Rui Ramos (coordenador), Bernardo Vasconcelos e Sousa e Nuno Gonçalo Monteiro, publicada em 2009. A maior parte desses textos apareceram no PÚBLICO e o seu principal autor é Manuel Loff . Sei bem que a liberdade de expressão não pode ser limitada de ânimo leve, nem sequer pela qualidade. Mas é sempre triste ver que a inteligência, o rigor e a decência têm por vezes de ceder perante essa liberdade última que é a de publicar o que se pensa. Quando tive a honra de apresentar o livro, na Sociedade de Geografi a, anunciei o que para mim era um momento histórico.  

Com efeito, esta História de Portugal quebrava finalmente o duopólio fanático estabelecido há muito entre as Histórias ditas “da esquerda” e da “direita”. As várias formas de “nacionalismo” e de “marxismo” e respectivas variantes tinham dominado a disciplina durante décadas. Apesar de algumas contribuições magistrais (e a de José Mattoso é das principais), ainda não se tinha escrito uma História global, compacta e homogénea que rompesse com a alternativa dogmática, que viesse até aos nossos dias e que, especialmente para o século XX, “normalizasse” a interpretação da 1.ª República e do Estado Novo. Ambos estavam, mais do que qualquer outro período, submetidos à tenaz de ferro das crenças religiosas e ideológicas e ao ferrete das tribos. Com esta História, estamos longe daquela tradição que cultiva e identifica inimigos na História. Agora, deixa de haver intrusos e parêntesis. Os regimes políticos modernos e contemporâneos, de Pombal à Democracia, passando pelos Liberais, pelos Miguelistas, pela República e pelo Salazarismo, eram finalmente tratados com igual serenidade académica, sem ajustes de contas. Um dos feitos desta História consiste na “normalização” do século XX, marcado por rupturas e exibindo feridas profundas. Por isso me curvava diante dos seus autores, homenageando a obra que ajuda os portugueses a libertarem-se de fantasmas. Mas, sinceramente, já não esperava que ainda houvesse demónios capazes de despertar o pior da cultura portuguesa.»


[Carta de António Barreto, no Público de ontem]

 

Sobre o mesmo tema, não deixem de ler este texto do António Araújo no blogue Malomil

publicado por Paulo Marcelo às 09:03 | comentar | ver comentários (4) | partilhar
Segunda-feira, 03.09.12

Motivo 17

Leste, estudaste Goethe. Exercitaste as vozes, os casos, as desinências. Definiste as funções trigonométricas. Conheceste cette putain de Bovary. Acompanhaste a mitose. Desencontraste-te com Platão, com Hegel, talvez com Heidegger. Ponto e Linha sobre Plano. Foste lendo o Padre António Vieira, o Camilo, a Sophia de Mello Breyner (esta, em voz alta), o Húmus. Voltaste várias vezes a Camões. Bauen, Wohnen, Denken.

Depois, quiseste... não suportaste que outros o não experimentassem.

Mas nada disso importa. Tu não importas. E a culpa é exclusivamente tua e está em ti. Quem te mandou querer estudar e querer ensinar os outros? Agora, aí tens.

 Já não tens o teu nome individual. Já nem sequer tens um nome específico, como 'professor de Matemática' ou 'professor de Português'. Não. O teu nome, agora, é genérico. Lembra-te, a partir de hoje, chamas-te: Motivo 17 - Cessação por caducidade de contrato de trabalho a termo.

 

publicado por Carlos Botelho às 23:59 | comentar | ver comentários (21) | partilhar

Da RTP (8)

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publicado por Carlos Botelho às 19:00 | comentar | partilhar

Pode haver serviço público fora do Estado?

 

O debate sobre a RTP está a marcar a rentrée política. Em causa está a eventual reestruturação, privatização ou concessão da estação do Estado. Os cenários são muitos, e apesar de o governo não se ter pronunciado ou apresentado qualquer proposta, já se ouve meio mundo cheio de certezas sobre o que aí vem. E o que aí vem, dizem eles, é o fim do serviço público de televisão. Nada de novo, portanto. De facto, o tema não é novidade, nem os vícios do debate o são. E neste caso o principal vício reside na definição do que está verdadeiramente em causa.

 

À esquerda, todos falam de serviço público de televisão sem explicar a que se referem. Até porque o ponto de partida, a RTP, não ajuda enquanto exemplo de serviço público, já que não se consegue descortinar qualquer diferença entre a sua grelha de programação e as dos canais privados (SIC e TVI). Assim, as opiniões são tantas e tão incompatíveis que se suspeita que ninguém saiba exactamente do que se trata. Pouco importa. Na sua habitual estratégia maniqueísta, a esquerda uniu-se em defesa do serviço público de televisão, como se houvesse quem, do outro lado, fosse contra. O socialismo sempre procurou ganhar os debates pela legitimidade moral.

 

Assim, por inspiração no cânone socialista, reergueu-se o mito segundo o qual só é público o serviço que é prestado pelo Estado. Acontece que o cânone está errado: estes conceitos não são sinónimos. Basta, aliás, olhar para a realidade para o constatar. Exemplos não faltam. Na saúde, existe serviço público prestado por privados através da ADSE, que permite aos funcionários do Estado aceder a cuidados médicos em clínicas e hospitais privados. Na educação, o serviço público também é prestado por privados, no caso das escolas com contrato de associação, que são escolas públicas não estatais. E até na segurança social existe serviço público prestado por privados, através das instituições particulares de solidariedade social (IPSS).

 

Destes, a esquerda só nunca aceitou as escolas com contrato de associação. Não lhes reconhece a sua natureza pública. E contesta cada euro com que o Estado financia a educação dos alunos nestas escolas. Aqui, o carácter público ou privado deixou de depender do serviço prestado, e fixou-se no prestador. Eis a dualidade de critérios e o preconceito socialista que também dominam o actual debate sobre a RTP: só existirá serviço público de televisão se a RTP estiver nas mãos do Estado. Mas tem mesmo de ser assim?

 

Não tem. Seja qual for a definição de serviço público pela qual nos guiemos, esta deve focar-se sobre os conteúdos audiovisuais transmitidos. Isto é, sobre o serviço prestado, e não sobre a propriedade do canal. Porque um canal pode pertencer ao Estado e, apesar disso, não cumprir o serviço público. Consequentemente, as possibilidades são muitas, como a criação de conteúdos cujo mercado televisivo não garanta a existência, desde que assegurada a sua transmissão.

 

Independentemente de qual venha a ser a proposta do governo, importa discuti-la nos seus termos. Arrumem-se os mitos que servem a retórica mas prejudicam o debate. Uma privatização da RTP (parcial ou total) não põe em risco o serviço público de televisão. Põe, sim, em risco o actual modelo dirigista, tão permeável a influências do poder político, e que tanto tem marcado a RTP. Talvez, para os socialistas, o problema esteja precisamente aí.

 

[publicado no i]

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publicado por Alexandre Homem Cristo às 16:20 | comentar | ver comentários (5) | partilhar

Minis zero

 

Impossível não concordar com:

 

"Na Universidade de Verão (...), a JSD (...) continua a insistir na “necessidade de adequar o ensino superior ao mercado de trabalho”, transformando o Ensino Universitário em nada mais que uma escola de formação profissional, condicionada pelas áreas com mais emprego. Retirando, portanto, a liberdade aos jovens para definirem o seu caminho (...). Outra ideia “brilhante” é a dos Mini-Jobs, uma espécie de variante dos recibos verdes."
publicado por Carlos Botelho às 02:01 | comentar | ver comentários (5) | partilhar
Domingo, 02.09.12

Um enfraquecimento irreversível

O significado da Síria

Jaswant Singh

Ex-ministro das Finanças, dos Negócios Estrangeiros e da Defesa indiano


"Como afirmou sabiamente Michael Ignatiev a crise da Síria revelou que este é "o momento em que o Ocidente deveria perceber que o mundo se dividiu realmente em dois. A Rússia e a China enfrentam uma aliança fraca de democracias capitalistas lutadoras". Os interesses nacionais dos países ocidentais deixarão de determinar os impulsos morais e políticos da comunidade global actual. Na verdade, seja qual for o resultado, o tormento da Síria evidenciou um enfraquecimento maior e irreversível do papel de domínio global do Ocidente."

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publicado por Victor Tavares Morais às 23:03 | comentar | ver comentários (2) | partilhar

Uma dúvida

 
"A troika, desta vez, terá de se avaliar a si própria.

(...)

 Ou a troika reconhece que o programa que nos aplicou tem de ser ajustado à realidade, uma vez que os resultados divergem dos objectivos traçados, ou insiste no cumprimento das metas preestabelecidas e impõe mais austeridade.

No primeiro caso, deixa-nos avançar ao ritmo adequado à realidade, como aconselha o bom senso.

No segundo caso, conduz-nos para um caminho que pode desembocar numa "outra Grécia".

(...)"

Manuela Ferreira Leite, no Expresso, ontem.

 

 

 

 

Pergunto a quem de direito: Manuela Ferreira Leite será "piegas", será... enfim, "histérica" ou entregar-se-á aqui a um incompreensível exercício de "gritaria"?...

publicado por Carlos Botelho às 12:50 | comentar | ver comentários (9) | partilhar

Felix culpa

O que se passou, na verdade, com os professores portugueses nos últimos meses, culminando na Sexta-Feira? Repito: na verdade. Seja qual for a perspectiva em que nos pusermos, não se pode deixar de ver que os professores, todos, foram diminuídos, foram enxovalhados, foram maltratados (- os verbos são adequados). Foram (peso as palavras) sujeitos a uma política de terror. Recordemos sempre que esses assim tratados são, apenas, os responsáveis pela transmissão dos saberes, de um património estruturante. Só isso.

Grande falta terão cometido, para que tenham sido submetidos àquele processo punitivo... (Sim, punitivo.) Qual foi o seu crime, de que são eles culpados?... Acontece que não fizeram isto, nem cometeram aquilo. Fizessem o que fizessem, tinham já uma culpa de fundo que determinava antecipadamente a sua sorte. A sua culpa não está dependente dos seus actos. A sua culpa está, precisamente, inscrita na sua condição enquanto tal. Portanto, sendo professores, estão condenados à partida - porque a sua é uma culpa que não podem evitar, de que se não podem libertar. Só não sendo, seriam inocentes. Mas como podem eles não ser o que são?... As coisas são dispostas de modo que a culpa dos professores não lhes está acrescentada e, ipso facto, não lhes pode ser retirada. Não constitui um acidente. A culpa é objectivamente sua.

Numa palavra, a culpa, a falta, daquelas dezenas de milhar de pessoas é, simplesmente, esta: ensinarem.

publicado por Carlos Botelho às 09:00 | comentar | ver comentários (13) | partilhar
Sábado, 01.09.12

Da RTP (7)

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publicado por Carlos Botelho às 18:00 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Ela também é de esquerda, não?...



"...Não cairmos na tentação de decapitarmos constantemente aquilo que é a massa crítica que existe na administração pública (...). Está por provar que o sector privado - ao contrário do que se diz muitas vezes - tenha uma maior eficiência que o sector público. (...) Sem o sentimento de dignificação da administração pública, também não vamos lá. (...) Eu não partilho nada [d]esta ideia de que, bom, Portugal tem funcionários públicos a mais. Tem nalguns sectores, tem menos noutros (...). Não se pode olhar de uma forma cega e dizer: há 700 000 funcionários públicos, portanto, estão a mais. Estarão a mais nuns sectores, não estarão noutros!" [Ouvir aqui.]

 

Diz muito da qualidade da discussão política em Portugal, que aquelas palavras, apenas sensatas, tenham de ser destacadas.
publicado por Carlos Botelho às 16:11 | comentar | ver comentários (12) | partilhar

O grande salto em frente (da lura para o vazio)

O que ontem nos foi dado a conhecer (aqui, ali e acolá - e até um caso de pouca-vergonha, este), deveria fazer-nos pensar. Todo o processo resultou numa mudança, numa alteração brutal. Um cínico perguntaria: e daí?... Muito bem. Mas cabe dizer que uma alteração como esta não é meramente quantitativa. Esta é uma mudança qualitativa. Pensem nisso.

(Como de costume, nestas "revoluções", os inconscientes aplaudem, claro.)

publicado por Carlos Botelho às 12:48 | comentar | ver comentários (3) | partilhar

Grande Finale (170)

 

Rope, Alfred Hitchcock, 1948

publicado por Carlos Botelho às 00:00 | comentar | ver comentários (1) | partilhar

Cachimbos

O Cachimbo de Magritte é um blogue de comentário político. Ocasionalmente, trata também de coisas sérias. Sabe que a realidade nem sempre é o que parece. Não tem uma ideologia e desconfia de ideologias. Prefere Burke à burqa e Aron aos arianos. Acredita que Portugal é uma teimosia viável e o 11 de Setembro uma vasta conspiração para Mário Soares aparecer na RTP. Não quer o poder, mas já está por tudo. Fuma-se devagar e, ao contrário do que diz o Estado, não provoca impotência.

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