Blade Runner

Há 25 anos, Ridley Scott estreou um dos filmes mais extraordinários de sempre. Blade Runner, uma combinação de produção futurista/distópica com o género do film noir dos anos 40, tem ao seu serviço recursos aparentemente inesgotáveis: uma estética própria, uma banda sonora histórica, interpretações homéricas (refiro-me à do gigante Rutger Hauer, não necessariamente à de Harrison Ford) e um argumento que aborda questões profundas sem pieguices (bem, sem pieguice excessiva) - assim teria de ser quando se escolheu um Philip K. Dick como texto original, e se permitiu que o próprio autor acompanhasse a produção do filme.



Roy Batty: "I've seen things you people wouldn't believe. Attack ships on fire off the shoulder of Orion. I watched C-beams glittering in the dark near the Tannhauser Gate. All those moments will be lost in time, like tears in rain. Time to die."

publicado por Miguel Morgado às 13:01 | comentar | partilhar