No centenário da República (2): o Afonso Costa que anda por aí

Se e quando, e tudo temos feito por isso, a presente república falir, por desinteresse geral da nação e inépcia dos partidos que a deveriam sustentar com espírito cívico - PS, PSD e CDS -, este será o Afonso Costa de serviço, o demagogo perfeito, «iluminado», que investe no ressentimento e na raiva, hoje com elevada cotação no mercado das propostas políticas. Cuidado que o homem já não é um Zé Ninguém.


publicado por Jorge Costa às 12:39 | partilhar