Democracia e presidenciais no Egipto: venha o diabo e escolha

Mohamed El Baradei, e a perspectiva do Islamismo com o apoio da Irmandade Muçulmana.

Amr Mussa, o favorito e a perspectiva da demagogia nacionalista radical.

O futuro democrático do Egipto começa a desenhar-se. Barry Rubin analisa os perfis de ambos, aqui e aqui, e, referindo-se à candura ocidental, tão etnocêntrica malgé elle que é incapaz de olhar para o outro - o mundo árabe - sem se ofuscar na projecção que faz de si sobre uma realidade que ignora obstinadamente, termina de maneira muito grega: aqueles que os deuses escolhem destruir, primeiro fazem-nos olhar para os seus inimigos como moderados.
publicado por Jorge Costa às 12:03 | partilhar