É a guerra

Isto está errado. Israel está em guerra, acredite ou não o Tiago, com o Hamas. O bloqueio a Gaza, controlado pelo Hamas, imposto por Israel, é uma consequência desse estado de guerra. A ruptura desse bloqueio, pretendida pela flotilha, seria, e continuará a ser, inaceitável, para Israel. O que não impede que Israel permita, como tem feito, que a ajuda humanitária chegue a Gaza. O que foi proposto à flotilha, antes do recurso ao arresto. Para mais informação, ler aqui. «Clubização» não sei o que queira dizer. Que, na guerra contra o Hamas, o meu apoio é inequivocamente a Israel - no doubts. E é verdade: Israel é cada vez mais um Estado com défice de «legitimidade» internacional. Os movimentos terroristas que o atacam, em contrapartida, abertamente como tais, ou sob o disfarce ou por via da instrumentalização das «organizações humanitárias» (são tantas e de tão diversa proveniência), têm cada vez maior «legitimidade», tal como têm cada vez maior poder os Estados que os apoiam e promovem. (Passo sobre a «impunidade», etc., e tal.) Coisas dos tempos que passam.
publicado por Jorge Costa às 00:46 | comentar | partilhar