Já deviamos ter começado ontem

 

Ficámos ontem a saber que o colossal desvio detectado por este governo na execução do OE se deve (pelo menos em parte) à suborçamentação da verba para pagamento de salários. Temos então que o imposto extraordinário servirá para cobrir despesa corrente do estado e não uma qualquer necessidade extraordinária. Não resta mesmo outra hipótese. O governo terá mesmo de iniciar, e quanto antes, um programa de redução estrutural e permanente da despesa pública. E continuo sem perceber como se irá alcançar uma poupança significativa que não passe por cortes no funcionários públicos.

publicado por Miguel Noronha às 15:32 | partilhar