Retrato da indigência socialista

Samuel Paiva Pires sobre (mais) este miserável artigo do Prof Cardoso Rosas que propõe a recuperação do imposto sucessório baseado em argumentos risíveis (para não dizer falaciosos):

1) Como é que o estado pode saber se o(s) herdeiro(s) contribuíram ou não para construir aquilo que herdam?

2) Que dados tem João Cardoso Rosas que lhe permitam validar a afirmação de que "Todos sabemos que a maior parte dos herdeiros gasta mal o dinheiro dos progenitores em vez de o tornar socialmente útil"?

3) O que é gastar dinheiro de forma socialmente útil e que critérios são utilizados para operacionalizar essa concepção?

4) Que dados lhe garantem que a afirmação implícita de que o estado torna o dinheiro socialmente útil é verdadeira?

5) Quem é João Cardoso Rosas ou o estado para dizer aos outros como devem gastar o seu dinheiro (inclusive o que herdam)?

6) Como é que o estado pode ter moralmente direito a algo que não criou?

7) O que é desbaratar dinheiro e que critérios são utilizados para operacionalizar essa concepção?

8) Como é que se garante que o estado não irá desbaratar esse dinheiro?

tags:
publicado por Miguel Noronha às 10:00 | partilhar