Quantas vezes o que desapareceu não pode ser substituído

 

 

Há três meses visitei Nova Iorque e fiquei num hotel mesmo ao lado do local do World Trade Center. Ver a escala gigantesca da construção que ainda decorre, com o monumento principal e as torres de escritórios ainda longe de estarem terminados, fez-me pensar no tempo que os seres humanos levam a reconstruir o que foi destruído. E quantas vezes o que desapareceu não pode ser substituído. Richard Zimler.

publicado por Joana Alarcão às 13:42 | partilhar