Erro capital

 

Gideon Rachman no Financial Times

 

"In most European Union countries, including Germany, the euro was introduced without securing the direct assent of voters. It was assumed that voters would learn to love their new currency, when they saw that it led to a more prosperous and powerful Europe. But now that the single currency is instead associated with pain, austerity and debt, the limits to European solidarity are clear."

 

Existirão outras (e válidas) razões para temer pela estabilidade do euro mas os obscuros processos de decisão e a falta de legitimidade democrática da  "construção europeia" tornam tudo mais difícil. Os políticos dos estados-membros gostam de assumir como a vanguarda do europeia mais cedo ou mais terão verão a "luz". Num exemplo recente, veja-se a forma vergonhosa como foi conduzido o processo de ratificação da constituição europeia. Os eurocépticos são vulgarmente equiparados a lunáticos e afastados da discussão pública. O problema é que recorrentemente se verifica que as suas objecção tinham fundamento.

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publicado por Miguel Noronha às 09:43 | partilhar