As novas medidas de austeridade II - (o futuro da segurança social)

Se o país aguentar o embate das novas medidas (não é certo), a nova estrutura das contribuições para a segurança social pode facilitar adesão dos portugueses para um plafonamento das contribuições para a segurança social. Com uma repartição entre entidade empregadora e trabalhador 50/50 é mais apetecível evoluir para um regime em que a contribuição (e a pensão) do trabalhador têm um tecto, a partir do qual o trabalhador deixa de descontar.

publicado por Pedro Pestana Bastos às 16:36 | partilhar