Remover o senhor sócrates começa a tornar-se uma questão de saude mental

Quando se lê (com incredulidade) que o funesto josé-bancarrota-sócrates afirma, perante um país falido e de mão estendida ao exterior, que as obras do TGV entre o Poceirão e o Caia (que mesmo que custassem cinco tostões seriam caras, já que um TGV até ao Poceirão não serve para nada nem para ninguém) são para manter, das duas uma: ou o funesto primeiro-ministro está doentiamente alienado da realidade ou estou eu - acompanhada de 63% dos portugueses que consideram que a bancarrota é resultado dos governos socráticos.
publicado por Maria João Marques às 08:05 | comentar | partilhar