Silêncio, que se vai cantar o fado

O autoproclamado "silêncio" de Menezes nas directas do PSD foi das coisas mais caricatas da campanha. Um "silêncio" que nunca conseguiu (e nunca tentou) esconder por quem estava. Ou, sobretudo, por quem não estava. Da entrevista à TVI ao artigo no DN de hoje, Menezes mostrou o que realmente é: um pequeno coração movido a ódio.
No pior dos casos, estas eleições servirão ao menos para nos livrarmos dele.
No melhor, para que os saturados do menezismo dêem a vitória a Manuela Ferreira Leite.
publicado por Pedro Picoito às 00:24 | comentar | partilhar