Sábado, 09.10.10

Arte Moris



Em Fevereiro de 2003, o artista suíço Luca Gansser criou em Timor-Leste uma escola de arte. Ao longo dos anos o projecto foi aumentando e hoje conta com 15 estudantes veteranos que vivem e trabalham na escola. Mais de 100 alunos frequentam as aulas num espírito de criatividade, cooperação e compromisso artístico. Assim nasceu a Arte Moris, um projecto que descobre todos os dias pintores, escultores, músicos, artesãos e onde reside o grupo de teatro Bibi Bulak. Ideias assim não esperam pelo subsídio do Estado. Passam de mão em mão, cativam, crescem e ganham sustentabilidade através do apoio de pessoas com iniciativa, que acreditam no potencial humano.
publicado por Joana Alarcão às 06:08 | comentar | partilhar
Sexta-feira, 27.08.10

O que andamos a ler?




Nos últimos dias de Agosto, numa altura em que os dias continuam quentes e muitos ainda estão a banhos o que andam a ler os portugueses? Os livros da Fundação Manuel dos Santos. As semanas passam e eles teimam em aparecer no top de vendas de livros não ficção. O que têm afinal estes ensaios de tão extraordinário? Falam de nós, da nossa educação, da economia nacional, em edições apelativas, disponíveis em qualquer tabacaria, supermercado ou bomba de gasolina. Custam apenas 3,50€ e procuram explicar como andam as políticas públicas em Portugal. No contexto de incertezas e de falta de seriedade política em que vivemos, esta Fundação, estes livros, o site que os acompanha, são uma boa notícia.
publicado por Joana Alarcão às 20:12 | comentar | ver comentários (5) | partilhar
Quarta-feira, 11.08.10

No Mundo das Ideias

Imagine que vivemos num mundo onde com o auxílio de uma pequena maquineta seria possível entrar e sair dos sonhos de quem estivesse conectado. Imagine que com essa nova tecnologia surgia um mundo paralelo com espiões e companhias de seguros prontos a aproveitar o seu momento de descanso para o ligar à máquina e extrair algumas ideias, daquelas puramente originais.

Agora o inverso. Uma realidade onde poderíamos com essa mesma tecnologia doutrinar, inserir ideias na mente do indivíduo adormecido. Com esses poderes introduzíamos, em 3 níveis diferentes de sono, conceitos cada vez mais complexos, que o indivíduo ao acordar iria tomar como seus. Soa a engenharia social, certo?. É esse o universo do mais recente filme de Christopher Nolan, Inception. Podia ter menos tiros e mais complexidade. Mas ao que parece esta será a saga do novo agente secreto do século XXI. Estamos apenas no início. Aguardemos por mais. Quem não quiser esperar pode sempre ler, ou reler 1984.
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publicado por Joana Alarcão às 19:15 | comentar | ver comentários (5) | partilhar
Terça-feira, 27.07.10

Lusitânia

Os que avançam de frente para o mar e nele enterram, como uma faca aguda, a proa negra dos seus barcos, vivem de pouco pão e de luar.

Sophia de Mello Breyner Andersen
publicado por Joana Alarcão às 11:09 | comentar | partilhar
Domingo, 11.07.10

Rumores

Não querendo propalar o rumor, aquilo que marca este fim-de-semana e irá ser interessante de seguir na Segunda-feira, será o comportamento da clientela do BCP, perante os rumores obviamente falsos da sua suposta falência (ver artigo no Público, entre outros).

É de referir que embora estes rumores sejam, no muito curto-prazo, falsos, a situação débil do sistema financeiro Português é verdadeira. O sistema está pendurado no BCE, o mercado monetário está fechado, e os activos do sistema financeiro são essencialmente a dívida insustentável do Estado, famílias e empresas Portuguesas.
publicado por Joana Alarcão às 02:20 | comentar | ver comentários (3) | partilhar
Quarta-feira, 07.07.10

Nos museus à noite

O Museu Nacional de Arte Antiga e o Palácio Nacional da Ajuda estão abertos às 5ªfeiras até às 23h. Esta é uma excelente oportunidade para revisitar o cofre de jóias nacional ou a casa de D. Maria Pia. Pode ser surpreendido com uma sessão organizada ou divagar pelos corredores, com auscultadores, ao som da Serenata nº 13 de Mozart. No próximo dia 08, no Palácio Nacional da Ajuda, vão ser explicadas as tapeçarias do triunfo dos deuses, o quadro "A Embaixada Turca" e três cómodas invulgares, seguidas por um recital de música francesa.
publicado por Joana Alarcão às 14:41 | comentar | ver comentários (2) | partilhar
Terça-feira, 06.07.10

Surrealidades burocráticas

De vez em quando acontecem coisas engraçadas, que parecem saídas do "Brasil" dos Monty Python.

A semana passada a minha mulher foi renovar o seu passaporte. Deparou-se então com uma dificuldade que a atrasou: A sua assinatura não coincidia com a sua assinatura, portanto o registo civil não a queria aceitar, não podendo concluir o processo. Foram necessárias dezenas de tentativas para produzir uma assinatura aceitável.

A surrealidade está em que o registo civil tinha a pessoa presente à sua frente a assinar - por definição qualquer assinatura seria uma assinatura daquela pessoa.
publicado por Joana Alarcão às 14:16 | comentar | ver comentários (9) | partilhar
Sábado, 19.06.10

José Saramago 1922 - 2010

Não concordei com muitas das suas opiniões, sentenças, manifestos, mas nunca fui, nem serei indiferente ao "Nobel do Compromisso", título que abre a manchete de hoje, do jornal El País. Saramago era o escritor que nos queria ver acordados a olhar, a ver e reparar no mundo.

Conheci-o na biblioteca da minha escola. Estava no 9º ano e andávamos a ler o Memorial do Convento. O autor esteve connosco uma tarde inteira. A bilioteca escolar ainda cheirava a novo. Os professores visivelmente nervosos faziam muitas perguntas. Lembro-me dele impaciente, porque os alunos não falavam. Torcia as suas mãos grandes, cobertas com manchas da idade, e retorcia-se.

Perguntei-lhe como arrumava a sua biblioteca. Ele devolveu-me a pergunta dizendo: como arrumas a tua? Fiquei sem resposta. Os meus livros resumiam-se a uma pequena prateleira. Com os anos foram aumentanto. Quando comecei a comprar armários para os arrumar lembrei-me dele . Saramago disse-me que tínhamos livros que nos estavam destinados. Para os encontrarmos bastava passear pela biblioteca. Ao ler as lombadas por certo eles iriam aparecer. Meio que a pedir para os lermos. Para os levarmos para casa.

Foto: Jornal Correio Regional Ibaiti
publicado por Joana Alarcão às 11:19 | comentar | ver comentários (8) | partilhar
Sexta-feira, 18.06.10

O Segredo dos Seus Olhos

Aqui está um filme argentino que "estranhamente" teima em permanecer nas salas de cinema. O Segredo dos Seus Olhos. Com argumento e realização de Juan José Campanella, o filme que ganhou este ano o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro, conta a história do detective reformado Benjamin Esposito que decide voltar a investigar um crime antigo de violação e homicídio. Acompanhamos o enredo, seguindo as pistas que estão nos olhos de todos os personagens. No fim revela-se o segredo nos olhos do narrador. Um enredo intenso, uma viagem ao olhar dos outros para além de artifícios e acessórios. Uma história que nos relembra que é possível ver a alma. Se espreitarmos bem, e nos alienarmos do ruído, do som, do excesso de palavras.
publicado por Joana Alarcão às 20:27 | comentar | partilhar
Segunda-feira, 14.06.10

Ainda sobre o Mavi Marmara

O Capitão do Mavi Marmara confirmou que tentou impedir a violência premeditada contra os soldados Israelitas, 2 horas antes da abordagem. Um outro oficial do Mavi Marmara confirmou também que cerca de 40 activistas entraram no navio em Istambul (ao contrário dos restantes passageiros), e que esses activistas do IHH foram quem preparou a "recepção" aos Israelitas, bem como controlavam áreas do Mavi Marmara pré-determinadas.

Para quem duvide da veracidade do artigo, existe um video da entrevista onde o Capitão faz as ditas afirmações:

publicado por Joana Alarcão às 00:04 | comentar | ver comentários (40) | partilhar
Domingo, 30.05.10

Grécia aconselhada ...

A Grécia está a ser aconselhada a abandonar o Euro e incumprir na sua dívida, pelo Centre for Economics and Business Research (CEBR).
publicado por Joana Alarcão às 16:35 | comentar | ver comentários (4) | partilhar
Quarta-feira, 26.05.10

Agora a Sério

A peça de Tom Stoppard, em cena no Teatro Aberto, é uma escolha de Pedro Mexia, responsável pela tradução e encenação. Agora a Sério – no original “The Real Thing” – conta a história de um dramaturgo dividido entre duas mulheres. A peça é de 1982 e lança o debate em torno de temas como o talento, a fidelidade e percepção da realidade.

Agora a Sério põe em palco Ana Brandão, São José Correia, João Reis e Pedro Lima, nos principais papéis. Se a conjugação de actores é bem conseguida, a interpretação de São José Correia e de Pedro Lima mais “natural”, num registo televisivo, onde o cómico sobressai na linguagem corporal, contrasta com a de Ana Brandão e João Reis, com trabalhos de composição apurados, onde a ironia perde-se, ofuscada pela densidade dramática.

A distinção entre actores é notória e levanta a questão: será possível conciliar no palco duas visões tão distintas de interpretação? É que no final, o enredo enxuto de Stoppard, autor de argumentos como o Império do Sol, ou Shakespeare in Love, perde ritmo e graça, sobrando uma peça com duas velocidades dramáticas, dessincronizadas.
publicado por Joana Alarcão às 21:21 | comentar | partilhar
Sexta-feira, 14.05.10

Cachimbos no Feminino

1953 - Masferre
publicado por Joana Alarcão às 19:49 | comentar | partilhar
Quinta-feira, 13.05.10

A evidência e a objectividade

Uma das coisas mais inacreditáveis em Portugal, é a forma como alguém pertencente a uma corporação é capaz de estar perante 2+2=4, e conseguir assobiar para o lado e lançar uns ad hominems julgando que todos os outros, que lêem, não têm neurónios suficientes para separar o trigo do joio.

Em Portugal paga-se, no sector público e em final de carreira (e é apenas um caso entre muitas profissões), 3364 euros brutos/mês por uma educadora de infância. Isto é uma brutalidade, um atentado que é feito à população em geral.

No entanto, postos perante essa evidência, que choca qualquer Português ou Estrangeiro com os olhos minimamente abertos, alguns, por pertencerem à mesma corporação, julgam de alguma forma que existe algum tipo de argumento - talvez atacando o mensageiro, talvez divergindo a discussão para a ideologia - que consiga tornar essa evidência em algo de menor importância, irrelevante até.

Um facto é que esses salários, expurgados ao povo por meio de mecanismos coercivos de cobrança de impostos, são uma brutal injustiça, para quem tem que se sujeitar a um mercado que, na larga maioria, não os paga (seja pela mesma função, seja por outras).

Não há aqui falta de objectividade. Não há aqui falta de conhecimento. O salário é factualmente aquele e o salário é factualmente absurdo.

(isto não obsta a que outras críticas a amigalhaços, corrupção, assessores, políticos, etc, etc sejam igualmente válidas. Mas esta também é. Urge tanto colocar um fim à corrupção ilegal, como a esta corrupção do sistema, legal)
publicado por Joana Alarcão às 00:21 | comentar | ver comentários (21) | partilhar
Quarta-feira, 12.05.10

"Sacrifícios terão de ser repartidos por todos os sectores"

Eu não tenho nada contra Pedro Passos Coelho. Mas esta frase de Pedro Passos Coelho revela grande desconhecimento quanto à crise presente, e à forma como os seus sacrifícios se distribuiram até este momento e se devem distribuir no futuro. Existem sectores, e esses sectores são todos privados, que já sofreram mais que muito. Desemprego, baixa de rendimento, tudo isso já chegou a muitos lugares.

Já quem trabalha para o Estado, ainda não sofreu nada.

Para repartir os sacrifícios por todos os sectores, a aproximação correcta, como se depreende, não é dividir os sacrifícios futuros por todos. É aplicá-los em quem ainda não sofreu nada.
publicado por Joana Alarcão às 14:37 | comentar | ver comentários (31) | partilhar

Também a Espanha...

Também a Espanha vai cortar os salários dos funcionários públicos, como forma mais eficiente e justa de conter o défice orçamental, à imagem da Irlanda e da Grécia. Só em Portugal, onde se cortam prestações sociais, onde se fala de aumentar os impostos, cortar onde existe o maior exagero (particularmente em final de carreira), parece tabu.
publicado por Joana Alarcão às 10:55 | comentar | ver comentários (3) | partilhar
Terça-feira, 11.05.10

Back to basics

Até há cerca de 12000 anos atrás (ou seja, 10000 AC), as pessoas eram nómadas, movendo-se de local em local em busca dos recursos de que necessitavam, e obtendo-os da natureza.

Deu-se então a revolução agrícola. A agricultura, ao envolver o plantar, esperar as colheitas e colher, passou a fixar as pessoas num determinado local. Tornaram-se sedentárias. Ainda assim, a agricultura inicialmente era apenas de subsistência, as pessoas produziam apenas o suficiente para si próprias e não sobrava grande coisa.

Com a evolução tecnológica, porém, um agricultor passou a produzir não só para si, como ainda sobravam excessos. A existência de excessos que não podia consumir, levou-o a trocá-los por excessos de outros produtores. Nasceu o comércio e a especialização, e como nem todos necessitavam de ser agricultores, muitas pessoas puderam dedicar-se a outras actividades.

O comércio era inicialmente por troca directa, mas rapidamente se desenvolveu outra grande invenção - a moeda. A moeda veio permitir trocar os bens por algo aceite por todos, fungibilizando as várias produções. A moeda é assim uma simples forma de tornar todas as produções equivalentes entre si.

Esta foi a génese do comércio, produzir aquilo que os outros necessitam e desejam de forma a obter dos outros aquilo de que necessitamos e desejamos. Esta é a base que torna possível toda a sociedade incrivelmente especializada que observamos hoje. Esta é também a razão pela qual a vida em cidades fortemente concentradas é sequer possível.

É a esta cultura base que temos que voltar, ao compreender que produzir aquilo que os outros necessitam ou desejam é essencial para obter deles aquilo que necessitamos e desejamos. É este aspecto que deveria ser reintroduzido nas escolas, no funcionamento do aparelho do Estado, em tudo o que fazemos. A nossa sociedade tem que ser novamente redireccionada de tal forma a que para se atingir uma grande riqueza, seja necessário cumprir a função central do comércio - produzir e vender aos outros aquilo de que eles necessitam e desejam.
publicado por Joana Alarcão às 15:18 | comentar | ver comentários (3) | partilhar
Sexta-feira, 07.05.10

Sérgio, o homem que fazia funcionar a ONU

A HBO estreou ontem um documentário sobre a vida e obra de Sérgio Vieira de Mello. Um homem sem medo, que nunca recusava uma missão em cenários de pós-guerra/ guerra civil e que deu um importante contributo na transição à democracia em Timor-Leste. Nas Nações Unidas era tratado apenas por Sérgio e destacava-se por conseguir concretizar os seus objectivos, apesar das burocracias e hesitações políticas.

publicado por Joana Alarcão às 13:07 | comentar | ver comentários (1) | partilhar
Terça-feira, 04.05.10

Cheira a incumprimento

Há uma leve pista no ar, que indica uma hipótese de a Grécia estar a pensar seriamente numa reestruturação da sua dívida. Tal não seria propriamente irracional, como eu já tinha explicado neste artigo.

Esta suspeita decorre do rumor de a Grécia ter, supostamente, contratado o banco de investimento Lazard, que também esteve envolvido em reestruturações de crédito da Argentina, Equador e Costa do Marfim.
publicado por Joana Alarcão às 15:02 | comentar | ver comentários (1) | partilhar
Sábado, 01.05.10

Resposta ao "Descoberto"

Carlos Botelho e Rui Felício, em "Descoberto" e respectivos comentários, produzem uma série de afirmações e argumentos em defesa da estabilidade de alguns benefícios actuais do nosso sistema educativo público para os seus actores, como sejam as reduções de horários lectivos que ocorrem com a idade e carreira.

Produzem também uma série de afirmações e argumentos para contrariar a hipótese de os pais poderem escolher a escola mais adequada para os seus filhos, com um financiamento do Estado que seria igual por cada aluno captado por uma escola (pública ou privada).

Eu poderia responder a cada argumento isoladamente, a lógica de cada argumento é basicamente "este argumento faz sentido e produz melhores resultados", sendo que, curiosamente, todos estes benefícios que produzem melhores resultados já existem hoje no nosso sistema educativo público, e também curiosamente, os resultados não são famosos.

Eu poderia responder a cada argumento, mas isso não resolveria nada, porque a questão da superioridade é, para eles, uma questão de fé. Porém, é possível argumentar logicamente de uma forma simples que vence todos esses argumentos simultaneamente. É isso que farei. Simplesmente:

SE Carlos Botelho e Rui Felício acreditassem realmente nos seus próprios argumentos, não teriam problemas em que os pais escolhessem as escolas, confiantes de que a superioridade de uma escola que praticasse aquilo que eles advogam, se imporia. Portanto, resulta óbvio que não defendem essa escolha, porque apesar de argumentarem pela superioridade daquilo que defendem, não acreditam realmente que aquilo que defendem produza resultados superiores (ou não teriam problemas em que os pais escolhessem, pois para o mesmo custo, eles escolheriam certamente o melhor).

Daqui resulta que só defendem o que defendem, em defesa de interesses particulares, e não na defesa do interesse geral da população - pois defendem benefícios que não acreditam realmente produzirem os resultados que argumentam, sendo que não estão dispostos a que esses benefícios sejam colocados em causa pela escolha dos pais na defesa do interesse dos seus filhos.
publicado por Joana Alarcão às 13:38 | comentar | ver comentários (16) | partilhar

Cachimbos

O Cachimbo de Magritte é um blogue de comentário político. Ocasionalmente, trata também de coisas sérias. Sabe que a realidade nem sempre é o que parece. Não tem uma ideologia e desconfia de ideologias. Prefere Burke à burqa e Aron aos arianos. Acredita que Portugal é uma teimosia viável e o 11 de Setembro uma vasta conspiração para Mário Soares aparecer na RTP. Não quer o poder, mas já está por tudo. Fuma-se devagar e, ao contrário do que diz o Estado, não provoca impotência.

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