(outra vez) A liberdade na educação

Contrariamente à Ana de Amsterdam não tenho a pretensão de saber o que é que os outros país estão a comprar quando optam por colégios privados ou o quais as motivações dos defensores da escola pública. Isto é, até posso fazer um exercício especulativo mas provavelmente estarei apenas a "colar-lhes" os meus preconceitos. Evito, por isso, falar de motivações alheias.

 

Voltando ao tema do post, confesso não perceber a resistências geradas em torno da ideia da introdução do cheque-ensino. Existirão variadíssimas motivações que levam os pais a colocar os seus filhos num colégio privado. Melhor ensino, proximidade, horários, etc. Inclusivamente a segregação. Não tenho pretensões de saber razões alheias. Apenas sei o que me levou a fazê-lo. O que não posso admitir é que me obriguem a duplicar os encargos financeiros para recuperar a liberdade de escolher a escola das minhas filhas.  Não admito que burocratas tenham a pretensão que a sua omnisciência lhes permita ultrapassar os meus deveres como pai.

publicado por Miguel Noronha às 09:07 | partilhar