Trinta e quatro anos depois


Quase, quase, trinta e quatro anos depois de "Abril", só um cego não vê que o país, mesmo sem guerras e sem império, mas com "democracia" e "liberdade", está metido num beco saída para onde todos o levámos.
Resta-nos esta bela manhã de Primavera a anunciar um Verão com praia. Mas esta é afinal uma manhã de Abril igual a tantas outras que tivemos nos últimos oitocentos anos.
publicado por Fernando Martins às 09:21 | comentar | ver comentários (1) | partilhar