Daniel Oliveira
De que me serve um governo que viaja todo em económica se depois privatiza a preço de saldo o património do Estado, causando um rombo sem remédio nos cofres públicos?
Talvez o Daniel Oliveira pudesse explicar qual o património do estado que após privatizado causará o tal "rombo sem remédio nos cofres públicos". Estará a referir-se a empresas altamente "lucrativas" como a TAP ou às empresas de transportes públicos ou às Águas de Portugal? Ou mesmo à CGD cujo capital teve que ser aumentado inúmeras vezes nos últimos anos? Pedia que fornecesse exemplos que sustentem o que escreveu. Caso contrário o seu artigo terá sido pura demogagia.