O subprime europeu

Se tivéssemos uma obrigação europeia garantida a 27 por cento pela Alemanha, a 20 por cento por França e a dois por cento pela Grécia, a notação de risco [rating] seria, nesse caso de CC, ou seja, a notação da Grécia”, afirmou Moritz Krämer, chefe da divisão europeia da S&P, citado pelo jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung

 

Como explicou inúmeras vezes o Jorge Costa, o risco não desaparece. Transmite-se de forma viral. Há quem não tenha aprendido nada com a crise subprime. E está mais que visto que a S&P vai ser duramente criticada por não alinhar nesta irresponsabilidade.

publicado por Miguel Noronha às 16:49 | partilhar